quarta-feira, 13 de maio de 2015

A MENINA DE TODAS AS CORES.

O primeiro dia da aplicação do projeto "Cada cor, uma história", elaborado pelas pibidianas Lisandra Santiago, Luciana, Andrea e Deise, na EMEI Alice Maciel, foi um sucesso!


Cada uma se caracterizou de um dos personagens da história "A menina de todas as cores".


Na interação de apresentação, tanto as acadêmicas bolsistas, quanto as crianças, falaram seus nomes, enquanto tocavam ritmadamente alguns instrumentos de percussão indígena. 


Depois, dentro de uma Oca montada no pátio da escola, narraram a história sobre uma menina branca que partiu de viagem e encontrou muitas pessoas de cores diferentes pelo caminho, fazendo amizade com todas!


Ao voltar para casa, a menina descobre que somos diferentes e pertencemos a várias etnias! 
Essa descoberta foi compartilhada pela menina com todos os seus amigos da escola, que chegaram à conclusão que temos que respeitar e apreciar as diferentes culturas que existem!


Ah, como é bom ser branco como o leite ou como o arroz, ser preto como a noite ou a jabuticaba, ser amarelo como o sol ou como o trigo, ser vermelho como fogo ou como a maçã!


Depois da historinha, cada criança pôde desfrutar de uma linda pintura no rosto e brincar com a Peruca Maluca!


E que tal viajar de barco com a menina branca da história?

  

NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM

Hoje as Pibidianas Maiara e Franciele Schuck contaram a história NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM de Regina Outero e Regina Renó, no varal da leitura. 
 

 Os pequenos admiraram-se ao contemplar as imagens da história e foram muito interativos ao responderem algumas questões, como: O que viam? Quais as diferentes cores? Os personagens eram como? Quais suas características? Eles estavam felizes ou tristes? Por quê?


As crianças também puderam brincar de "Espelho, espelho meu!". Olhavam-se no espelho e contavam para todos suas características pessoais. 


As Pibidianas questionaram os alunos sobre suas diferenças e, depois, elas refletiram junto aos alunos sobre a última frase da história: “Já pensou se todos fossem iguais? Acho que as pessoas teriam que andar com o nome escrito na testa para não serem confundidas com as outras”.


Os alunos receberam revistas para analisar e recortaram imagens de pessoas com características diferentes das suas.


Depois, junto das acadêmicas bolsistas, colaram suas imagens num papel pardo, no qual construíram um cartaz  com o título NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM.
A obra coletiva foi exposta no corredor da escola para que todos possam se lembrar sempre de respeitar as diferenças.


Segundo as pibidianas, além de aprender a respeitar as diferenças alheias, os alunos aprenderam que devemos respeitar também as nossas, pois todos nós somos lindos e temos algo bom dentro da gente, mesmo que sejamos diferentes uns dos outros!


Cada cor, uma história!


Depois de terem observado todas as turmas da EMEI Alice Maciel, foi o momento das pibidianas Andrea, Deise, Lisandra Santiago e Luciane se reunirem para escrever o projeto que irão trabalhar com a turma de maternal I.


Elas já elegeram o tema: CADA COR, UMA HISTORIA! As acadêmicas, com este projeto, pretendem abordar as relações étnico-raciais, explorando a diversidade cultural de nosso país.



segunda-feira, 11 de maio de 2015

ESCOLA – LUGAR DE LUDICIDADE, CULTURA E DIVERSIDADE


Iniciando as atividades na EMEI Bem Me Quer, na turma do Berçário II,  as pibidianas Lisandra Hack e Viviane adaptaram o livro Diversidade, de Tatiana Belinky, utilizando fantoches nos palitos para encenação da história. O poema trata da diversidade, trabalhando valores humanos nas semelhanças e diferenças.
 

 Para sentir a diversidade, que tal uma massagem no colega? Nesta atividade, além de um momento de relaxamento, a massagem é uma maneira de trabalhar a diversidade e a união do grupo, pois envolve conceitos de parceria e companheirismo. Ao desenvolver atitudes de cuidado e respeito com o próprio corpo e com o do amigo, os alunos vivenciam outras formas de pensar e agir, ampliando as regras de convívio social.


Para reconhecer as diferenças entre os alunos, foi utilizado o espelho disponível na sala, já que este é um importante recurso para que as crianças conheçam e se conscientizem sobre sua imagem.


Por meio desta atividade, as pibidianas instigaram cada criança a reconhecer sua imagem e as características físicas que integram a sua pessoa. Retomando a temática da diversidade, solicitaram que as crianças ficassem em frente ao espelho e se observassem: cor do cabelo, cor do olho, cor da pele, formato do corpo, altura, etc.


Aos poucos, elas reconheceram a diversidade e perceberam que são pessoas “diferentes”, passando por um estágio de identificação da própria imagem diante do espelho, marcando a diferenciação do "eu" e do outro.

Para finalizar, realizaram a modelagem do “eu”. A brincadeira com massinha de modelar é uma excelente atividade para as crianças, pois permite descobrir novas formas, cores, combinações, possibilidades, diferentes texturas e movimentos. A modelagem também possibilita o desenvolvimento da coordenação motora fina, da criatividade e da observação.


A atividade proposta acompanhou o respeito à diversidade, através da modelagem que mostrou atitudes de diferenças de gênero e etnia, resultando em nossa pluralidade cultural.

Conhecendo a Cultura Indígena



As acadêmicas Evandra, Jaqueline e Silvana foram aplicar o 1º plano do projeto As Influências da Cultura Indígena nos Dias Atuais.


Começaram com uma rodinha de conversa, perguntando para os alunos o que sabiam sobre os índios, como viviam, como se alimentavam e uma pergunta teve um impacto bem importante.


As professoras perguntaram aos alunos: "Vocês acham importante estudar sobre os índios?"


Um aluno prontamente respondeu: Claro que é importante, pois são pessoas como nós. 


As pibidianas acharam importante a consciência e o interesse demonstrado pelos pequenos, ao participarem de todas as atividades!


Depois, colocaram um vídeo que mostrava como viviam os índios antigamente e nos dias atuais. 
A turma assistiu tudo com muito interesse e atenção!


Após assistirem o vídeo, as acadêmicas bolsistas realizaram várias brincadeiras de origem indígenas com eles, neste primeiro encontro de aplicação do projeto!


"Rastro da cobra Sucurí", "Pirarucu", entre outras brincadeiras, garantiram a diversão e aprendizagem da galerinha!




sexta-feira, 8 de maio de 2015

Janaína e Beatriz finalizando o projeto na EMEI Alice Maciel

Após uma semana longe da escola por motivo de feriado, Beatriz e Janaína passaram a tarde na EMEI Alice Maciel preparando e programando detalhadamente a primeira aula atividade do projeto IGUALDADE NÃO TEM COR. 


As pibidianas combinaram e analisaram qual será a melhor forma de contar a história "AS TRANÇAS DE BINTOU", com o objetivo de demonstrar os costumes e características da cultura Africana através de atividades lúdicas.


Também, em meio às ideias que surgiam, já iniciaram o planejamento da segunda aula.


Aproveitando o tempo, Beatriz, a nova integrante do Pibid, registrou com fotos o lindo ambiente escolar, o qual estava enfeitado com murais compostos por fotos e significativas mensagens em homenagem ao Dia das Mães.


 Semana que vem as acadêmicas já iniciarão a aplicação deste novo projeto. Boa sorte, meninas!  



quarta-feira, 6 de maio de 2015

A história da boneca Neneca!


Hoje, as Pibidianas Maiara, Franciele e Sirlei proporcionaram às crianças momentos de muita aprendizagem e ludicidade.


Elas chegaram à sala incorporando os personagens de: ”A história da boneca Neneca”, criada por elas mesmas. 


Elas fizeram um teatro em que a boneca ganhou vida e saiu de dentro da caixa de presente, enfatizando a tristeza dela por ser rejeitada pela sua cor.


Sem ser finalizada a história, as pibidianas, ainda como personagens, congelaram a cena e perguntaram para os alunos como eles pensavam que terminaria a história. 

Os pequenos, então, desenharam e, em seguida, contaram o que haviam feito. 


A pibidianas contam que foi um dia muito divertido, pois a turma  foi muito participativa: todos dançaram e cantaram muito, elas ganharam muitos beijos e abraços. 


Segundo elas, foi uma maneira de os pequenos expressarem sua satisfação em contar com a presença delas na turminha e refletir sobre um assunto tão importante: as relações étnico-raciais!


Este foi o início de um projeto bem bacana! parabéns, meninas!