sábado, 16 de maio de 2015

Reconhecer as características de uma cultura começa pela reflexão sobre a diversidade!


Iniciando as atividades na EMEI Bem Me Quer, na turma do maternal, as Professoras Pibidianas Franciele e Raquel proporcionaram momentos de ludicidade e aprendizagem sobre a importância de trabalhar a diversidade cultural com as crianças.


 As Pibidianas deram início ao projeto com uma peça teatral de mesa utilizando fantoches representando os personagens da história " Com quem será que eu me pareço" de Georgina Martins.


 O conto é destinado a todas as crianças, de todas as raças, cores, feitios e maneiras de ser, pois ele leva a questão para o zoológico da cidade. Na história contada, são os bichos que olham o mundo em torno de si e buscam semelhanças que os ajudem a formar sua identidade.


Afinal, a criança, às vezes, se sente meio diferente e, nessas horas, se perguntam - Será que existe alguém parecido comigo? Para reconhecerem as diferenças e semelhanças entre os colegas, foi utilizado um espelho e cada aluno pode observar: cor da pele, cor dos olhos, cor do cabelo, se tem fisionomia de algum familiar, entre outras características.


Foram disponibilizados para as crianças os fantoches utilizados no teatro, para que elas pudessem selecioná-los de acordo com suas características (cabelo, cor da pele, olhos). E, ao interagir, as crianças foram se identificando com alguns personagens dizendo: - Esse é bem parecido com o colega, pois tem o cabelo arrepiado, e esse é parecido comigo, tem a pele escurinha...


As Pibidianas distribuíram várias folhas de papel camurça nas cores de tons da pele. E cada criança escolheu a sua cor, podendo se auto retratar na mesma. Aos poucos, elas reconheceram a Diversidade Cultural e perceberam que somos todos diferentes e, ao mesmo tempo, possuímos algumas características semelhantes aos colegas.


Após esse momento, as Professoras Pibidianas questionaram e introduziram a cultura alemã, envolvendo-os de uma maneira espontânea e participativa. As crianças foram dizendo as características de uma pessoa de origem germânica e identificando alguns colegas da turma que tem a pele clarinha e que gostam muito de dançar. 


Associaram muito a cultura germânica à festa da  Oktoberfest, que ocorre em Igrejinha, justo a cidade de nossa escola parceira Bem Me Quer! Olha como as vivências cotidianas são importantes referências para as crianças!


“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” -  Nelson Mandela


Vamos descobrir um pouco sobre a cultura africana?


​As pibidianas Janaína e Beatriz já iniciaram as aplicações das atividades do projeto "Igualdade não tem cor" na EMEI Alice Maciel.


No primeiro dia, sentiram uma imensa alegria já na entrada da escola, pois, sabiam que esse dia ficará marcado em suas vidas.



 Começaram contando a história "AS TRANÇAS DE BINTOU".  Através da contação, observaram que as crianças estavam entendendo algumas diferenças raciais existentes no mundo, e com as atividades práticas sentiram o cabelo dos colegas, mediram o tamanho das mãos de cada um, conversaram sobre suas diferenças.



 A turma do pré 1 A foi excelente em relação à disciplina e participação, apresentaram interesse em todas as atividades, adoraram pintar os cabelos de Bintou, que estava sendo representada com desenhos no panô.



Mas a maior emoção demostrada por eles foi quando as pibidianas mostraram alguns instrumentos musicais africanos para a turma, dando-lhes oportunidades para manuseá-los. 



A diversidade está em todo lugar e as crianças são seres aptos a entender e a respeitar as diferenças que existem no mundo!  


quarta-feira, 13 de maio de 2015

A MENINA DE TODAS AS CORES.

O primeiro dia da aplicação do projeto "Cada cor, uma história", elaborado pelas pibidianas Lisandra Santiago, Luciana, Andrea e Deise, na EMEI Alice Maciel, foi um sucesso!


Cada uma se caracterizou de um dos personagens da história "A menina de todas as cores".


Na interação de apresentação, tanto as acadêmicas bolsistas, quanto as crianças, falaram seus nomes, enquanto tocavam ritmadamente alguns instrumentos de percussão indígena. 


Depois, dentro de uma Oca montada no pátio da escola, narraram a história sobre uma menina branca que partiu de viagem e encontrou muitas pessoas de cores diferentes pelo caminho, fazendo amizade com todas!


Ao voltar para casa, a menina descobre que somos diferentes e pertencemos a várias etnias! 
Essa descoberta foi compartilhada pela menina com todos os seus amigos da escola, que chegaram à conclusão que temos que respeitar e apreciar as diferentes culturas que existem!


Ah, como é bom ser branco como o leite ou como o arroz, ser preto como a noite ou a jabuticaba, ser amarelo como o sol ou como o trigo, ser vermelho como fogo ou como a maçã!


Depois da historinha, cada criança pôde desfrutar de uma linda pintura no rosto e brincar com a Peruca Maluca!


E que tal viajar de barco com a menina branca da história?

  

NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM

Hoje as Pibidianas Maiara e Franciele Schuck contaram a história NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM de Regina Outero e Regina Renó, no varal da leitura. 
 

 Os pequenos admiraram-se ao contemplar as imagens da história e foram muito interativos ao responderem algumas questões, como: O que viam? Quais as diferentes cores? Os personagens eram como? Quais suas características? Eles estavam felizes ou tristes? Por quê?


As crianças também puderam brincar de "Espelho, espelho meu!". Olhavam-se no espelho e contavam para todos suas características pessoais. 


As Pibidianas questionaram os alunos sobre suas diferenças e, depois, elas refletiram junto aos alunos sobre a última frase da história: “Já pensou se todos fossem iguais? Acho que as pessoas teriam que andar com o nome escrito na testa para não serem confundidas com as outras”.


Os alunos receberam revistas para analisar e recortaram imagens de pessoas com características diferentes das suas.


Depois, junto das acadêmicas bolsistas, colaram suas imagens num papel pardo, no qual construíram um cartaz  com o título NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM.
A obra coletiva foi exposta no corredor da escola para que todos possam se lembrar sempre de respeitar as diferenças.


Segundo as pibidianas, além de aprender a respeitar as diferenças alheias, os alunos aprenderam que devemos respeitar também as nossas, pois todos nós somos lindos e temos algo bom dentro da gente, mesmo que sejamos diferentes uns dos outros!


Cada cor, uma história!


Depois de terem observado todas as turmas da EMEI Alice Maciel, foi o momento das pibidianas Andrea, Deise, Lisandra Santiago e Luciane se reunirem para escrever o projeto que irão trabalhar com a turma de maternal I.


Elas já elegeram o tema: CADA COR, UMA HISTORIA! As acadêmicas, com este projeto, pretendem abordar as relações étnico-raciais, explorando a diversidade cultural de nosso país.



segunda-feira, 11 de maio de 2015

ESCOLA – LUGAR DE LUDICIDADE, CULTURA E DIVERSIDADE


Iniciando as atividades na EMEI Bem Me Quer, na turma do Berçário II,  as pibidianas Lisandra Hack e Viviane adaptaram o livro Diversidade, de Tatiana Belinky, utilizando fantoches nos palitos para encenação da história. O poema trata da diversidade, trabalhando valores humanos nas semelhanças e diferenças.
 

 Para sentir a diversidade, que tal uma massagem no colega? Nesta atividade, além de um momento de relaxamento, a massagem é uma maneira de trabalhar a diversidade e a união do grupo, pois envolve conceitos de parceria e companheirismo. Ao desenvolver atitudes de cuidado e respeito com o próprio corpo e com o do amigo, os alunos vivenciam outras formas de pensar e agir, ampliando as regras de convívio social.


Para reconhecer as diferenças entre os alunos, foi utilizado o espelho disponível na sala, já que este é um importante recurso para que as crianças conheçam e se conscientizem sobre sua imagem.


Por meio desta atividade, as pibidianas instigaram cada criança a reconhecer sua imagem e as características físicas que integram a sua pessoa. Retomando a temática da diversidade, solicitaram que as crianças ficassem em frente ao espelho e se observassem: cor do cabelo, cor do olho, cor da pele, formato do corpo, altura, etc.


Aos poucos, elas reconheceram a diversidade e perceberam que são pessoas “diferentes”, passando por um estágio de identificação da própria imagem diante do espelho, marcando a diferenciação do "eu" e do outro.

Para finalizar, realizaram a modelagem do “eu”. A brincadeira com massinha de modelar é uma excelente atividade para as crianças, pois permite descobrir novas formas, cores, combinações, possibilidades, diferentes texturas e movimentos. A modelagem também possibilita o desenvolvimento da coordenação motora fina, da criatividade e da observação.


A atividade proposta acompanhou o respeito à diversidade, através da modelagem que mostrou atitudes de diferenças de gênero e etnia, resultando em nossa pluralidade cultural.

Conhecendo a Cultura Indígena



As acadêmicas Evandra, Jaqueline e Silvana foram aplicar o 1º plano do projeto As Influências da Cultura Indígena nos Dias Atuais.


Começaram com uma rodinha de conversa, perguntando para os alunos o que sabiam sobre os índios, como viviam, como se alimentavam e uma pergunta teve um impacto bem importante.


As professoras perguntaram aos alunos: "Vocês acham importante estudar sobre os índios?"


Um aluno prontamente respondeu: Claro que é importante, pois são pessoas como nós. 


As pibidianas acharam importante a consciência e o interesse demonstrado pelos pequenos, ao participarem de todas as atividades!


Depois, colocaram um vídeo que mostrava como viviam os índios antigamente e nos dias atuais. 
A turma assistiu tudo com muito interesse e atenção!


Após assistirem o vídeo, as acadêmicas bolsistas realizaram várias brincadeiras de origem indígenas com eles, neste primeiro encontro de aplicação do projeto!


"Rastro da cobra Sucurí", "Pirarucu", entre outras brincadeiras, garantiram a diversão e aprendizagem da galerinha!