sexta-feira, 22 de maio de 2015

Como são os instrumentos musicais indígenas?

Ao chegar à EMEI Bem Me Quer, para aplicar o projeto sobre a cultura indígena, as acadêmicas bolsistas Pibid Cristiane e Elisane foram bem recebidas pelos professores e pela turma.




A turma estava ansiosa para saber o que elas iriam apresentar.
Estavam sentados em roda, no momento em que todos se apresentaram. 




O projeto teve início com o conhecimento e a manipulação de instrumentos musicais indígenas. As acadêmicas perguntaram às crianças o que elas sabiam sobre os índios. Dessa primeira ação, surgiu um cartaz, confeccionado coletivamente sobre o que já sabiam e o que queriam conhecer sobre a cultura indígena.
Eles sabiam que os índios cantavam e dançavam em rituais que envolviam todos da tribo. Assim, todos aprenderam a canção indígena O Epo Ita To Epo, dançando e cantando.



As crianças puderam aprender algumas coisas através da conversação provocada pelas acadêmicas, como os hábitos que adotamos, a partir da interação com cultura indígena, como retirar da natureza a matéria prima para produzir artesanato (como os instrumentos trazidos pelas acadêmicas), o hábito de tomar banho diário, dormir em redes, ornamentar-se com adereços como colares, o uso de plantas medicinais, etc.


As crianças demonstraram muito interesse em participar das atividades e a curiosidade em manusear os instrumentos musicais foi tão grande, que as pibidianas tiveram que deixar para outro momento outras atividades que planejaram para esta aula.


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Diversidade cultural germânica


 
Para a realização do segundo encontro sobre a diversidade e a cultura germânica, as pibidianas Raquel e Franciele contaram com a participação especial da professora Nelci.
 
 
 Nóvoa (1997) afirma que a troca de experiências e a partilha de saberes consolidam espaços de formação mútua, nos quais cada professor é chamado a desempenhar, simultaneamente, o papel de formador e de formando.
A professora Nelci é do município de Igrejinha, conhece bem o dialeto alemão e foi participante do primeiro grupo de dança alemã do município.
 
 
Iniciando, então, com ensinamentos das saudações alemãs, a professora proporcionou momentos de aprendizagem do dialeto alemão e apresentou peças do vestuário feminino para a turminha do maternal.  Questionados sobre a cultura da Alemanha e sobre algumas palavras germânicas, responderam que não conheciam, mas, no momento que ensinados, foram bem participativos e tentavam pronunciar as palavras.
 
 
As pibidianas convidaram as crianças para cantar parabéns em português e, logo após, a professora Nelci ensinou como cantar a música do parabéns em alemão.
 
Após esse momento foi apresentado um livro com publicação na Alemanha que mostrava gravuras infantis e contava historinhas alemãs. Uma das curiosidades que mais chamou atenção  das crianças foi ao saber que a Alemanha é um país muito  frio e, que para alegrar as casas ,usa-se pinturas nas janelas.
 
 
Para Lima (2009,p. 06-07) é necessário
[...] o reconhecimento da diversidade cultural, étnica, religiosa que permeia o tecido social, criando espaço de encontro entre as diferentes culturas, possibilitando o diálogo e a troca de experiência entre os diferentes sujeitos a fim de favorecer, tanto a compreensão mais aprofundada das diferenças culturais, quanto a reconstrução de valores, hábitos e saberes entre os sujeitos.
Para finalizar o encontro, as pibidianas convidaram  e instigaram a turminha com uma brincadeira de origem alemã: "passa anel". As crianças já conheciam a brincadeira, porém  somente cantavam o versinho em português.  Foram surpreendidos no meio da brincadeira com o verso no dialeto alemão, ficaram entusiasmados e tentavam pronunciar a  sua maneira o verso.
 
 
Quanto ao trabalho cultural, o Referencial Curricular Nacional da Educação propõe que:
 A pluralidade cultural, isto é, a diversidade de etnias, crenças, costumes, valores etc. que caracterizam a população brasileira marca, também, as instituições de educação infantil. O trabalho com a diversidade e o convívio com a diferença possibilitam a ampliação de horizontes tanto para o professor quanto para a criança. Isto porque permite a conscientização de que a realidade de cada um é apenas parte de um universo maior que oferece múltiplas escolhas. Assumir um trabalho de acolhimento às diferentes expressões e manifestações das crianças e suas famílias significa valorizar e respeitar a diversidade, não implicando a adesão incondicional aos valores do outro. (BRASIL. 1998, p. 77)

sábado, 16 de maio de 2015

Reconhecer as características de uma cultura começa pela reflexão sobre a diversidade!


Iniciando as atividades na EMEI Bem Me Quer, na turma do maternal, as Professoras Pibidianas Franciele e Raquel proporcionaram momentos de ludicidade e aprendizagem sobre a importância de trabalhar a diversidade cultural com as crianças.


 As Pibidianas deram início ao projeto com uma peça teatral de mesa utilizando fantoches representando os personagens da história " Com quem será que eu me pareço" de Georgina Martins.


 O conto é destinado a todas as crianças, de todas as raças, cores, feitios e maneiras de ser, pois ele leva a questão para o zoológico da cidade. Na história contada, são os bichos que olham o mundo em torno de si e buscam semelhanças que os ajudem a formar sua identidade.


Afinal, a criança, às vezes, se sente meio diferente e, nessas horas, se perguntam - Será que existe alguém parecido comigo? Para reconhecerem as diferenças e semelhanças entre os colegas, foi utilizado um espelho e cada aluno pode observar: cor da pele, cor dos olhos, cor do cabelo, se tem fisionomia de algum familiar, entre outras características.


Foram disponibilizados para as crianças os fantoches utilizados no teatro, para que elas pudessem selecioná-los de acordo com suas características (cabelo, cor da pele, olhos). E, ao interagir, as crianças foram se identificando com alguns personagens dizendo: - Esse é bem parecido com o colega, pois tem o cabelo arrepiado, e esse é parecido comigo, tem a pele escurinha...


As Pibidianas distribuíram várias folhas de papel camurça nas cores de tons da pele. E cada criança escolheu a sua cor, podendo se auto retratar na mesma. Aos poucos, elas reconheceram a Diversidade Cultural e perceberam que somos todos diferentes e, ao mesmo tempo, possuímos algumas características semelhantes aos colegas.


Após esse momento, as Professoras Pibidianas questionaram e introduziram a cultura alemã, envolvendo-os de uma maneira espontânea e participativa. As crianças foram dizendo as características de uma pessoa de origem germânica e identificando alguns colegas da turma que tem a pele clarinha e que gostam muito de dançar. 


Associaram muito a cultura germânica à festa da  Oktoberfest, que ocorre em Igrejinha, justo a cidade de nossa escola parceira Bem Me Quer! Olha como as vivências cotidianas são importantes referências para as crianças!


“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” -  Nelson Mandela


Vamos descobrir um pouco sobre a cultura africana?


​As pibidianas Janaína e Beatriz já iniciaram as aplicações das atividades do projeto "Igualdade não tem cor" na EMEI Alice Maciel.


No primeiro dia, sentiram uma imensa alegria já na entrada da escola, pois, sabiam que esse dia ficará marcado em suas vidas.



 Começaram contando a história "AS TRANÇAS DE BINTOU".  Através da contação, observaram que as crianças estavam entendendo algumas diferenças raciais existentes no mundo, e com as atividades práticas sentiram o cabelo dos colegas, mediram o tamanho das mãos de cada um, conversaram sobre suas diferenças.



 A turma do pré 1 A foi excelente em relação à disciplina e participação, apresentaram interesse em todas as atividades, adoraram pintar os cabelos de Bintou, que estava sendo representada com desenhos no panô.



Mas a maior emoção demostrada por eles foi quando as pibidianas mostraram alguns instrumentos musicais africanos para a turma, dando-lhes oportunidades para manuseá-los. 



A diversidade está em todo lugar e as crianças são seres aptos a entender e a respeitar as diferenças que existem no mundo!  


quarta-feira, 13 de maio de 2015

A MENINA DE TODAS AS CORES.

O primeiro dia da aplicação do projeto "Cada cor, uma história", elaborado pelas pibidianas Lisandra Santiago, Luciana, Andrea e Deise, na EMEI Alice Maciel, foi um sucesso!


Cada uma se caracterizou de um dos personagens da história "A menina de todas as cores".


Na interação de apresentação, tanto as acadêmicas bolsistas, quanto as crianças, falaram seus nomes, enquanto tocavam ritmadamente alguns instrumentos de percussão indígena. 


Depois, dentro de uma Oca montada no pátio da escola, narraram a história sobre uma menina branca que partiu de viagem e encontrou muitas pessoas de cores diferentes pelo caminho, fazendo amizade com todas!


Ao voltar para casa, a menina descobre que somos diferentes e pertencemos a várias etnias! 
Essa descoberta foi compartilhada pela menina com todos os seus amigos da escola, que chegaram à conclusão que temos que respeitar e apreciar as diferentes culturas que existem!


Ah, como é bom ser branco como o leite ou como o arroz, ser preto como a noite ou a jabuticaba, ser amarelo como o sol ou como o trigo, ser vermelho como fogo ou como a maçã!


Depois da historinha, cada criança pôde desfrutar de uma linda pintura no rosto e brincar com a Peruca Maluca!


E que tal viajar de barco com a menina branca da história?

  

NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM

Hoje as Pibidianas Maiara e Franciele Schuck contaram a história NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM de Regina Outero e Regina Renó, no varal da leitura. 
 

 Os pequenos admiraram-se ao contemplar as imagens da história e foram muito interativos ao responderem algumas questões, como: O que viam? Quais as diferentes cores? Os personagens eram como? Quais suas características? Eles estavam felizes ou tristes? Por quê?


As crianças também puderam brincar de "Espelho, espelho meu!". Olhavam-se no espelho e contavam para todos suas características pessoais. 


As Pibidianas questionaram os alunos sobre suas diferenças e, depois, elas refletiram junto aos alunos sobre a última frase da história: “Já pensou se todos fossem iguais? Acho que as pessoas teriam que andar com o nome escrito na testa para não serem confundidas com as outras”.


Os alunos receberam revistas para analisar e recortaram imagens de pessoas com características diferentes das suas.


Depois, junto das acadêmicas bolsistas, colaram suas imagens num papel pardo, no qual construíram um cartaz  com o título NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM.
A obra coletiva foi exposta no corredor da escola para que todos possam se lembrar sempre de respeitar as diferenças.


Segundo as pibidianas, além de aprender a respeitar as diferenças alheias, os alunos aprenderam que devemos respeitar também as nossas, pois todos nós somos lindos e temos algo bom dentro da gente, mesmo que sejamos diferentes uns dos outros!


Cada cor, uma história!


Depois de terem observado todas as turmas da EMEI Alice Maciel, foi o momento das pibidianas Andrea, Deise, Lisandra Santiago e Luciane se reunirem para escrever o projeto que irão trabalhar com a turma de maternal I.


Elas já elegeram o tema: CADA COR, UMA HISTORIA! As acadêmicas, com este projeto, pretendem abordar as relações étnico-raciais, explorando a diversidade cultural de nosso país.