quinta-feira, 28 de maio de 2015

Alimentos saborosos que herdamos da cultura indígena

A cultura indígena está presente no nosso dia a dia, tanto na fala, quanto nos alimento, nos hábitos, etc. 
Assim, ela está inserida na cultura urbana de várias forma.


Por isso, é necessário desde cedo que as crianças aprendam sobre as contribuições dos povos indígenas no nosso cotidiano, a fim de valorizarem e aprenderem um pouco mais sobre a proveniência, por exemplo, de um cardápio variado, herdado dos hábitos alimentares indígenas. 


Quando as pibidianas Evandra, Jaqueline, Silvana e Cláudia apresentaram  aos pequenos da EMEI Azaleia alguns alimentos de origem indígena, as reações foram diversas: "Profe, eu conheço esse alimento!"; "Tem na minha casa!"; "Minha mãe faz pra mim!"


Naturalmente entramos em contato com tantas heranças culturais indígenas, que mesmo nós, adultos, não temos consciência da riqueza da cultura como a dos povos Tupis e Guaranis, por exemplo, nas nossas ações diárias!


As acadêmicas, além de fazerem as crianças tocarem, cheirarem, enfim, refletirem sobre a textura e as formas de alguns alimentos herdados dos índios, entraram para a cozinha com as crianças e prepararam coisas muito saborosas!


As ações desse dia, desse modo, promoveram uma observação prática e reflexiva sobre as influências indígenas nos dias atuais fazendo com que os pequenos passem a respeitar a importância dessa cultura em nossas vidas. 


Ah, é claro, o melhor momento foi degustar as delícias preparadas!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Ah, estas bonecas contadoras, cantadoras e encantadoras!


E na EMEI Azaleia, as pidianas Franciele e Maiara continuam levando para as crianças um pouco da cultura africana, agora com a contribuição da nova pibidiana Elaine, que se vinculou a nosso grupo de bolsistas!


A primeira atividade do dia foi assistir um desenho infantil que abordou as diferenças entre etnias, classes sociais, culturas, etc., ou seja, as diferente condições através das quais as pessoas vivem.


Em seguida, as acadêmicas questionaram as crianças sobre o vídeo que foi assistido, instigando as crianças a refletirem sobre os dados observados.


Na sequência, a fim de que as crianças continuem entrando em contato com a cultura africana e afro-brasileira, as pidianas distribuíram instrumentos musicais relativos a estas cutluras e os alunos tiveram total liberdade para o manuseio e também o compartilhar e a troca dos instrumentos entre si.


Como é bom compartilhar e dividir, ao mesmo tempo em que aprendemos novas coisas!


Além de entrar em contato com a diversidade cultural existente, os valores de cooperação, solidariedade e respeito mútuo devem ser incentivados desde cedo nas crianças. 


A atividade musical com os instrumentos musicais  foi bastante prazerosa e divertida para as crianças. 


Nossas pibidianas continuarão dando prosseguimento a este projeto nas próximas semanas com mais atividades divertidas e produtivas!

sábado, 23 de maio de 2015

O colorido da Cultura Africana!


Na continuação da aplicação do Projeto “Igualdade não tem cor”, as pibidianas Janaína e Beatriz seguiram com atividades muito divertidas para proporcionar às crianças a descoberta da Cultura Africana!



Num primeiro momento, elas separaram os materiais para a confecção de colares e máscaras africanas. Depois, dialogaram com as crianças, relembrando a história AS TRANÇAS DE BINTOU e focando a atenção nas máscaras e colares usados pelos integrantes do conto.


Para a realização mais significativa das atividades, as pibidianas mostraram às crianças imagens de pessoas africanas, usando as bijuterias produzidas por eles mesmos e figuras de máscaras coloridas. Essa apreciação serviu como fonte de reflexão para a elaboração criativa das crianças de suas próprias máscaras e colares de inspiração africana.


As pibidianas, com grande satisfação, iniciaram a aplicação das atividades de forma organizada. Elas ocuparam o espaço da sala de aula e do pátio da escola, aproveitando o dia lindo e com um sol radiante!

  
Dentro da sala de aula, com o uso do giz de cera, as crianças realizaram as pinturas nas máscaras. 


Depois, os alunos foram conduzidos até ao pátio, onde fabricaram os colares e finalizaram as máscaras com a colagem de retalhos de tecidos, que, por sua diversidade de cores, representavam o colorido do continente africano.

  
Segundo as pibidianas Janaína e Beatriz, é muito gratificante o sorriso permanente no rosto de cada criança e a forma do interagir entre eles, em relação às atividades propostas, pois se percebe nos pequenos a vontade de aprender algo novo e, dessa forma, isto aumenta a vontade e a dedicação das acadêmicas bolsistas em realizar atividades cada vez mais significativas com eles!


Encontros de sexta-feira no Pibid: sempre uma formação continuada!


Oba! Chegaram finalmente as camisetas do Pibid! As gurias da Pedagogia aproveitaram para tirar esta foto coletiva durante o Seminário sobre Cultura africana que ocorreu na FACCAT.


Nas sextas-feiras, o Pibid da Educação Infantil sempre aproveita para realizar atividades de formação continuada. Numa delas, aprenderam um pouco sobre instrumentos musicais indígenas e africanos. Isso contribui para que as acadêmicas bolsistas possam pensar em seus próprios projetos, aproveitando os conhecimentos adquiridos nas formações como esta. 


Na sexta-feira que antecedeu o Dia das Mães, recebemos, inclusive, a visita de nosso Diretor Delmar Backes, que veio trazer a todas as mamães pibidianas lindas flores!


A Coordenadora do Pibid do Subprojeto da Educação Infantil da Pedagogia sempre traz alguma nova reflexão para as acadêmicas bolsistas pensarem em práticas inovadoras e significativas para as crianças. Como é importante estar em formação continuada!

Seminário de Cultura africana e afro-brasileira


A fim de capacitar os acadêmicos bolsistas Pibid de todas as licenciaturas da FACCAT, ocorreu, no dia 22 de maio de 2015, um Seminário sobre Cultura Africana e Afro-brasileira.



Além das professoras da FACCAT do Curso de História, Doutoras Elaine e Doris, situarem a temática historicamente, alguns pibidianos trouxeram exemplos práticos do que já estão realizando neste ano nas escolas parceiras, para trabalhar as relações étnico-raciais.


O Seminário ocorreu à tarde e à noite, na FACCAT.


Para finalizar as reflexões do dia, o Grupo Abadá Capoeira, além de palestrar sobre a origem da Capoeira, apresentou-se com seus integrantes, proporcionando momentos de muita alegria entre todos os pibidianos.


 Foi um dia de muitas reflexões sobre as relações étnico-raciais, enfocando-se a Consciência Negra!


"Omo: o rio da liberdade!" - Que história é esta?


Esta semana, na E.M.E.I Alice Maciel, foi de muitas descobertas e aprendizagens.


A turma viajou num mundo de faz de contas com a cultura africana!



 As Pibidianas Deise, Andrea, Lisandra e Luciane contaram a história do “Omo: o rio da liberdade” (Coleção raízes africanas), e de alguns dos habitantantes que moravam em suas redondezas, dentre eles, duas crianças Sadhiki (Fiel) e Ayana (Bela flor).


Eles traziam a pintura, uma das culturas africanas ensinada pelo seu povo, criavam máscaras de todas as cores e pintavam seu corpo também.


O Projeto "Crianças de todas as cores", está sendo muito significativo, pois está gerando diferentes descobertas e aprendizagens por parte dos pequenos!


 Junto com as professoras e com Sadiki e Ayana, personagens do livro, os alunos confeccionaram máscaras bem coloridas e diversificadas, mas com o uso de materiais recicláveis e simples, como jornal, cola e balão.
  

 As crianças demonstraram grande interesse pela atividade, e pelos personagens da história!


Ah, como é bom descobrir culturas diferentes!!!



sexta-feira, 22 de maio de 2015

Cultura indígena também na EMEI Azaleia!




E lá pela EMEI Azaleia as práticas com o Projeto "As influências da cultura indígena nos dias atuais" continuam.

 

Claudia Simone Borba, Evandra Borba, Jaqueline Adams e Silvana Mattarollo Pithan estão desenvolvendo muitas atividades legais!


O plano aplicado teve grande significado para os pequenos, que puderam conhecer as artes indígenas e sentir como os índios faziam e fazem seu grafismo corporal e suas cerâmicas. 

 
Com materiais adaptados para a faixa etária em jogo, as pibidianas possibilitaram que as crianças pudessem conhecer esses tipos de expressão artística indígena e, depois, brincar e criar suas próprias expressões inspiradas nas obras que conheceram.