terça-feira, 13 de junho de 2017

Musicalizando com a Camila

Mais uma vez teremos surpresas na Mochila da Camila!
As acadêmicas bolsistas Luciane e Conceição estão desenvolvendo o projeto “Musicalizando com a Camila” na turma do Maternal 2 da EMEI ALICE MACIEL no município de Taquara.

  
O projeto está sendo realizado conforme o interesse das crianças, contando com a participação da Camila, personagem principal que nasceu de uma contação de história em forma de canção, em todas as aulas. Neste dia, eles puderam apreciar mais uma surpresa na Mochila da Camila, que sempre exala um cheiro bom de merenda. Desta vez, eles se encantaram com o cheirinho do suco de morando que a Camila levou, para que todos degustassem, tornando o momento delicioso e agradável, já que fazia muito calor. Depois, as acadêmicas bolsistas dispuseram numa mesa todos os amigos da Camila, confeccionados em casa pelas crianças, com o auxílio dos pais, fazendo uma pequena exposição outros alunos da escola e os próprios pais das crianças pudessem apreciar. Esta exposição, é claro, foi gerada com a participação dos pequenos, que se mostraram encantados com os amigos da Camila que eles fizeram com a ajuda de suas famílias.
Em seguida, as pibidianas realizaram uma atividade com a turma, utilizando balões e incentivando a mobilidade corporal. Todos tiveram que dançar a música "Mochila da Camila" tentando não deixar os balões caírem no chão. Depois, ficaram em duplas com o balão no meio da barriga, também tentando não deixar que os balões caíssem, sempre cantando a música. Foi uma diversão só! Eles participaram ativamente de todas as atividades do dia. Ao final, as acadêmicas deixaram que as crianças  estourassem os balões, cada um do seu jeito, tornando a brincadeira mais divertida ainda.


 “A música que nos transmite sensações, emoção ao ouvir, cantar ou dançar, a música que nos aproxima das vibrações, ou da escuta musical é a mesma que dialoga com o corpo, que evoca a linguagem, cria fantasias e possibilita a toda pessoa descobrir-se a si própria e ao mesmo tempo se revelando ao outro, inserindo-se no convívio social.” (Lisardo, 2009).

Pequenos historiadores

No mês de maio, as pibidianas Carine Francieli e Talita Monique, a partir da zona de interesse das crianças, aplicaram o projeto “Pequenos Historiadores”, com a turma do MIIA da EMEI Azaléia de Parobé. Foi um projeto de grandes aprendizagens, pois depois de observado o interesse dos alunos por histórias, as pibidianas trabalharam a literatura, apresentando histórias de maneira diferenciada, na qual os alunos puderam desenvolver a autonomia, expressão corporal, reconhecimento do corpo, musicalização e a expressarem seus sentimentos.


Na primeira aula, as pibidianas trabalharam com o livro “A menina e o Tambor” da Sonia Junqueira. A contação da história foi feita juntamente com os alunos, pois o livro só continha imagens. Depois da construção da história, os alunos, juntamente com as pibidianas, recriaram o conto, encenando todos juntos, utilizando os objetos e instrumentos que haviam na história. Em seguida, ocorreu um passeio pela EMEI. Os alunos, como a personagem do livro, transmitiram alegria e amor, tocando os instrumentos musicais. Logo após, foram realizadas brincadeiras de mimicas e cantado músicas infantis com os instrumentos.


Na segunda aula, foi encenada a história do livro “Douglas quer um abraço”, de David Melling. A pibidiana Talita fez a contação do livro e os alunos, juntamente com a pibidiana Carine, encenaram a história: todos devidamente fantasiados dos personagens do conto. Depois, ocorreu um lindo gesto de amor, pois todos foram distribuir abraços pela EMEI. Logo após, foi feita a interpretação dos diferentes tipos de abraços. As acadêmicas bolsistas registraram esse momento, que depois virou um belo cartaz, que continha as fotos das crianças e as imagens do livro, representando os diferentes tipos de abraços. Para encerar a manhã, realizaram um lindo cartaz, obtendo os desenhos das pessoas que eles mais gostavam de abraçar.


Na terceira aula, as pibidianas apresentaram aos alunos o livro “Quem é ela?”, de Eliane Pimenta, o qual era feito de várias características que definiriam um personagem e, ao final, os alunos tentaram adivinhar sobre quem se tratava, expressando sua opinião com desenhos. Depois, ocorreu o momento da revelação: o personagem era uma mãe! Após, as pibidianas abordaram o assunto da família, pois era a semana do dia das mães, então, ocorreu uma conversa sobre este tema e, ao final, as crianças fizeram um belo desenho com massinha de modelar, para presentear seus familiares.  


Na quarta aula, as pibidianas realizaram a contação de história do livro “O mágico de Oz”, e ocorreu o ensaio da história, que foi apresentada no encerramento do projeto. Os alunos confeccionaram o cenário, a estrada de tijolos amarelos, que foi feita com diversos materiais com coloração amarelada, e o castelo, através da pintura livre utilizando tintas de diversas cores. Neste dia as pibidianas pediram a colaboração dos pais, para que na próxima aula, os alunos viessem fantasiados para o teatro e a festa a fantasia. 

Bakhtin (1992) expressa o seguinte sobre a literatura infantil: "por ser um instrumento motivador e desafiador, ela é capaz de transformar o indivíduo em um sujeito ativo, responsável pela sua aprendizagem, que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com a sua necessidade". 

 

Na quinta aula, ocorreu a culminância do projeto, com a apresentação do teatro do “Mágico de Oz”, o qual ocorreu num outro ambiente da EMEI. O espetáculo foi um grande sucesso, tendo a participação de todos os alunos e das professoras titulares,sendo também um momento difícil de separação entre os alunos e as acadêmicas bolsistas . Com muita animação, várias crianças foram caracterizadas com o personagem preferido da história. No final da aula, ocorreu uma divertida festa  à fantasia, com muitas brincadeiras, músicas e lanches.


 Segundo Abramovich (1997), “[...] quando as crianças ouvem histórias, passam a visualizar de forma mais clara, sentimentos que têm em relação ao mundo. As histórias trabalham problemas existenciais típicos da infância, como medos, sentimentos de inveja e de carinho, curiosidade, dor, perda, além de ensinarem infinitos assuntos.”

domingo, 4 de junho de 2017

Matemática na Educação Infantil

As ações do projeto “Conceitos Básicos de Dimensões e Noções Matemáticas”, aplicado pelas acadêmicas Silvana e Beatriz, teve, como objetivo geral, desenvolver progressivamente o raciocínio lógico das crianças, através de jogos e brincadeiras.
 


 Foram desenvolvidas várias práticas lúdicas e significativas, oportunizando aos alunos o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. 
A proposta evidenciou oferecer, para a faixa etária de 3 a 4 anos, a ampliação de seus conhecimentos sobre formas, tamanhos, dimensões e quantidades. 


As acadêmicas bolsistas proporcionaram às crianças um ambiente de exploração de diferentes ideias matemáticas, através de múltiplas formas. 
A ludicidade apresenta-se como uma estratégia didático-pedagógica produtiva para o campo de experiência que abrange espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. 


A interação, a socialização de ideias e troca de informações são elementos indispensáveis para o desenvolvimento desse campo na Educação Infantil.
As atividades iniciaram com a contação da história “A Casa Sonolenta”, de Audrey Wood, através de uma dramatização e a participação ativa dos alunos. 
Com a história, foi possível despertar o interesse das crianças em relação às dimensões de grande e pequeno e as noções espaciais de em cima e em baixo. 


Dando seguimento às atividades, os alunos foram convidados a visitar e conhecer uma casa pequena feita de material reciclado em outra sala de aula na escola. Através da observação sobre as propriedades da pequena casa, os alunos precisavam relatar aos colegas e para as professoras as semelhanças e diferenças entre aquilo que verificavam na casinha e o que havia em suas próprias casas. 


Para instigar a pesquisa e observações dos pequenos, as acadêmicas bolsistas realizaram uma série de questionamentos:  será que tem os mesmos objetos nesta casa e na de vocês? Tem quarto, cozinha, sala e banheiro também? Os tamanhos são os mesmos? Será que a casinha que foi visitada, e a casa onde vocês moram é igual a da história? 

          
A fim de colocar os pequenos em contato com a contagem de números, mesmo que a partir de relações termo a termo, no decorrer das aulas aplicadas, foi realizado o jogo “tirando do prato”. O jogo ocorreu da seguinte forma: as acadêmicas bolsistas iniciaram demonstrando e explicando como se utiliza um dado e como ele pode ser utilizado em brincadeiras. Assim, explicaram aos alunos que em cada lado do dado contém figuras de bolinhas, representando uma quantidade para ser contada. 


Ao demonstrar cada lado, procuraram incentivar as crianças a contar quantas bolinhas havia em cada um deles. Prosseguiram a brincadeira dizendo que, para saber o número que vai aparecer, é necessário jogar o dado no chão. Cada aluno recebeu um prato descartável contendo dez objetos: 4 balas, 3 pirulitos e 3 tampinhas. Em seguida, um aluno de cada vez jogou o dado e, com o auxílio das bolsistas, todos contavam a quantidade de bolinhas que aparecia, e a criança que havia jogado o dado retirava do seu prato os objetos na mesma quantidade. Assim, todos tiveram a oportunidade de jogar o dado e realizar as contagens com o auxílio dos colegas e das acadêmicas. As crianças ficaram muito entusiasmadas durante essa brincadeira. 


No decorrer das atividades, as bolsistas propuseram aos alunos a participação em diferentes jogos envolvendo noções matemáticas, como, por exemplo, a brincadeira com círculos riscados no chão, para desenvolver a noção de dentro e fora. As crianças, neste jogo, deveriam fazer de conta que eram pulgas e, ao comando de uma das acadêmicas, e imitando corporalmente as pulgas, pular para dentro e para fora dos círculos.  


Outra atividade realizada, que gerou bastante interesse, visou à reflexão coletiva sobre o desenho “Clifford meu Gigante Cão Vermelho” (Episódio 1). Após assistirem e refletirem sobre o que viram no desenho, com muita expectativa de brincar, os alunos participaram das atividades dirigidas envolvendo as dimensões de grande e pequeno. A brincadeira ocorreu da seguinte forma: primeiramente, as crianças deveriam se enfileirar, do maior para o menor, organizando-se em forma de círculo. Depois, ao comando de uma das bolsistas, como na brincadeira “Vivo e Morto”, as crianças deveriam se levantar ou se abaixar. Entretanto, os termos utilizados pela acadêmica foram “Grande” (para que ficassem de pé) e “Pequeno”, para que se abaixassem. 
No seguimento das atividades, as crianças permaneceram em fila, do maior para o menor, e criam uma coreografia, imitando o trem subindo a montanha (todos andavam de pé); descendo a montanha (todos se abaixavam um pouco). Depois, ainda outros comandos foram dados: andando ligeiro e devagar; para frente e para trás; para a esquerda e direita; andando em círculos ou linha reta; etc. 

Dando seguimento às brincadeiras, a turma de Maternal IID foi organizada em três grupos: cada grupo, com seus integrantes enfileirados, recebeu uma bola de tamanhos e cores diferentes (tamanhos de bola grande, média e pequena). Ao sinal das acadêmicas bolsistas, os alunos passavam a bola de mão em mão, para trás, primeiro por cima da cabeça; depois, por baixo das pernas; em seguida, pelo lado esquerdo, depois, pelo direito. Durante esta atividade, as crianças tiveram de se coordenar para não deixar a bola cair, agindo de forma cooperativa. 


O projeto foi desenvolvido com aplicações de várias atividades lúdicas, como as citadas acima. Mas uma que chamou nossa atenção, pelo fato de despertar a criatividade dos pequenos, foi a em que procuramos utilizar  materiais naturais, como galhos de árvores, cujas crianças deveriam diferenciar e classificar, através de comparações, suas dimensões e espessuras. 


Aproveitaram também o momento para dialogar com as crianças sobre sustentabilidade. As acadêmicas, além de refletir coletivamente com as crianças sobre a importância dos cuidados com a natureza, explicaram sobre o processo de poda (retirada dos galhos secos para renovar as árvores e para nascer folhas novas). Assim, os alunos tiveram também a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a natureza e puderam tocar, pegar e andar com os pés descalço sobre os galhos. 


Que maravilha de projeto!! As crianças adoraram todas as brincadeiras e aprenderam uma porção de coisas!


O projeto sobre Cantigas de Roda terminou assim

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Locais onde os seres vivos habitam

Dando continuidade ao projeto sobre diferentes moradias, as acadêmicas bolsistas Franciele, Kelen e Nilza, num primeiro momento, convidaram os alunos para realizar um passeio nos arredores da escola, para verem diferentes moradias. Depois de retornarem à escola, questionaram os alunos sobre as diferentes moradias que observaram no passeio.
Os alunos puderam observar casas de concreto, madeira, de dois andares ou não, e neste diálogo sobre as observações do passeio, narraram para as acadêmicas suas próprias observações.

  
No seguimento das atividades, assistiram um vídeo sobre a casa do índio, chamada de oca. Neste documentário, puderam conhecer onde e como os indígenas vivem e como suas casas são confeccionadas.
Os pequenos se surpreenderam como a oca dos índios é diferente das casas deles! 


Logo após, as crianças foram reunidas numa mesa com papel pardo para confeccionar a oca, representando a casa do índio.


 A mesa foi coberta com TNT para demonstrar a oca.
As crianças, muito curiosas, questionaram por que a oca não tem portas e janelas e adoraram este espaço para brincar!


  Para continuar dentro da temática, que tanta curiosidade despertou, as acadêmicas realizaram, em um espaço externo e coberto, a brincadeira “Indiozinho sai da toca”, representando a oca em forma de círculos.
Os alunos desenvolveram grande interesse pela atividade, pois, na primeira infância, atividades que tenham a ver com movimentação corporal sempre geram alegria. A criança, afinal, desenvolve-se amplamente através de atividades que envolvam físicas.


 Na semana seguinte, primeiramente, em sala de aula, as pibidianas reuniram os alunos para uma atividade que seria no pátio da escola: encontrar e observar um formigueiro, verificar onde a formiga mora e como é a sua casa.


Os alunos ficaram surpresos com o formigueiro! Este olhar investigativo é importante para que as crianças aprendam. A pesquisa, portanto, deve ter início já na pré-escola.


  Realizada a observação do formigueiro, todos retornaram para sala e foram organizados em dois grupos para construir a casa da formiga. Para esta atividade, as acadêmicas bolsistas forneceram argila e, assim, as crianças puderam criar suas obras de arte!
Desenvolveram a atividade com muita habilidade, criatividade e alegria, pois adoraram a experiência de lidar com argila.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Vamos todos cirandar...


As acadêmicas bolsistas PIBID Deise e Andrea, dando continuidade ao projeto "Ciranda de contos e encantos", estão desenvolvendo atividades lúdicas e significativas, dentre elas, muitas cirandas cantadas. 


Na prática da 3° aula realizaram com as crianças algumas brincadeiras de roda. 


Nesse dia, foram eleitas as cirandas "A canoa virou" e "A caminho de Viseu", que são brincadeiras de roda desafiadoras pois mobilizam as crianças a explorarem o seu próprio corpo e a realizar vários gestos corporais, o que trabalha a psicomotricidade infantil, além de se trabalhar com a expressão pela dança, a musical e a cênica.


Essas atividades foram realizadas no Carrocel da escola (espaço externo). 

Nesse mesmo dia, a turma realizou uma pesquisa com as famílias, perguntando e pedindo que enviassem e compartilhassem com o(a) seu(sua) filho(a) as brincadeiras que realizavam em sua infância.


Na 4° aula retomou-se as atividades anteriores. As crianças estavam ansiosas para aprender uma nova brincadeira de roda. Dessa vez, a brincadeira foi com a ciranda "Escravos de Jó".


Durante a execução da canção, as crianças puderam exercitar a criatividade para executar diversas coreografias. Depois, aprenderam a canção "Tumbalacatumbatá" e puderam se expressar cenicamente, realizando aquilo que a letra da canção sugeria. 


“Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor pra formação do homem.” 
(Carlos Drummond de Andrade)

 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

O que encontraremos na Mochila da Camila?

 As acadêmicas bolsistas Luciane e Conceição estão desenvolvendo o projeto "Musicalizando com Camila" na turma do Maternal 2 da EMEI Alice Maciel no Município de Taquara.


O projeto está sendo realizado, conforme o interesse das crianças e conta com a participaç-ao da Camila, a personagem que está presente em todos as aulas. 
 As crianças encenaram e fizeram uma apreciação ativa sobre a música "Mochila da Camila" (Jaime Vaz Brasil - CD Pandorga da Lua).
Após toda a encenação, eles queriam saber o que tinha na mochila de Camila pois sentiram um "cheiro" de merenda muito bom que saia dali!
As pibidianas passaram a mochila para que as crianças descobrissem o que era que tinha um cheiro tão bom. Assim que descobriram, puderam saborear a merenda da Camila!


Depois, as crianças puderam explorar os instrumentos musicais, que também estavam na mochila, e criar suas coreografias, enquanto escutavam a música "Mochila da Camila".

Em um outro momento, apreciando uma música da escolha da turma, decidimos brincar de estátua. 


Em seguida, a turma foi dívida em grupos, para que eles pudessem fazer a seriação e classificação dos objetos, separando-os por cores e tamanhos, mas deveriam fazer isso antes que a música terminasse.
As crianças gostaram muito da encenação da Camila e pediram para que ela fosse repetida. 
Nesse dia, as bolsistas levaram gelatina e contaram para as crianças como é importante ter uma alimentação saudável e o quanto é importante comer frutas. 
Em meio à gelatina, colocaram pedacinhos de frutas. Hummmmm, que delícia!!
Conforme escutavam a música, as crianças deveriam acertar qual fruta que estava em sua gelatina. 


Após tantas descobertas, realizaram uma roda de conversação e as crianças questionaram o porquê da Camila não ter amigos! Então, a turma foi convidada para confeccionar uma amiga para a Camila.


A boneca foi confeccionada com jornais e outros materiais recicláveis.
A turma  decidiu colocar o nome de Maria na nova boneca. 
Como tema de casa, as acadêmicas bolsistas mandaram bilhetes para que cada família confeccionasse um amigo ou objeto para que Camila pudesse brincar na escola. As famílias deveriam, também, junto às crianças, relatar a experiência.
 Mas, só conheceremos os amigos na próxima aula!

"A música está presente em todas as culturas e pode ser utilizada como fator determinante nos desenvolvimento motor,linguístico e afetivo de todos os indivíduos" ( MARTINS, 2004).

É por isso que estamos trabalhando com aulas de musicalização em meio a este lindo projeto, que as crianças estão adorando realizar!