quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Este projeto das panelas está muito divertido e produtivo!

 As acadêmicas bolsistas Elizete, Franciele e Kelen deram continuidade ao projeto, começando a aula com a contação da história “Bruxinha e seu Caldeirão”.
  

 No segundo momento, as pibidianas colocaram no centro da roda uma panela no formato de um caldeirãozinho, que trouxeram de casa para as crianças apreciarem. Uma a uma, cada criança tentou levantar o caldeirão para ver como era é pesado. Explicou-se para a turma que o caldeirão era feito de ferro e, por siso era tão pesado.


Em seguida, a turma preparou uma receita no caldeirão e as crianças disseram algumas palavras mágicas para tornar a receita mais gostosa, assim como na historinha. Foi preparado no caldeirão o “mingau da bruxa”, (um iogurte com granola, aveia e sementes).


Cada criança colocou um pouco de cada ingrediente na panela e todas ajudaram a mexer.
Para finalizar, as acadêmicas bolsistas serviram para a turma em pequenos copinhos a deliciosa receita produzida por eles mesmos para poderem saborear. Após esse saboroso “mingau”, refletiram coletivamente sobre a importância de se comer coisas saudáveis, comidas naturais que fazem bem a nossa saúde.


Na semana seguinte, as pibidianas pediram para que cada aluno trouxesse de casa a sua própria panela, aquelas que os pais usam em casa, para conhecermos os diferentes tipos de panelas que estão inseridas no cotidiano de cada criança e para dar espaço às crianças para contarem suas próprias vivências.


Foi iniciada a aula com cada criança apresentando a sua panela. No segundo momento, as pibidianas apresentaram para a turma as panelas que elas próprias trouxeram: panela de pressão, a cuscuzeira, a de teflon, a de ferro, e, em seguida, deixaram as crianças manipularem estes materiais livremente.


Em seguida, foi a vez de conhecerem vários tipos de colheres: as de plástico, as de madeira e as de alumínio.
 Depois que as crianças conheceram as colheres e as panelas, nada melhor do que explorar esse material sonoramente!


Com alegria, as crianças puderam improvisar musicalmente percutindo nas panelas de diferentes modos e combinando diferentes materiais. Alguns, inclusive, quiseram percutir com a própria mão.



Para finalizar, a turma resolveu ir ver como estavam as nossas flores que havíamos plantado dentro de uma panela. As crianças puderam observar que as plantas já haviam crescido, algo que provocou muito entusiasmo no turma!

Cinefórum: "Sementes no nosso quintal"

No primeiro semestre, como formação continuada, o PIBID da Educação Infantil realizou um cine fórum coordenado pela supervisora do Pibid Angélica Souza, que apresentou para as acadêmicas, supervisoras e coordenadora do projeto o belo, emocionante e significativo filme "Sementes do nosso quintal",  que retrata o cotidiano da escola Te-Arte idealizada e coordenada  pela carismática educadora  Therezita Pagani .


Durante a reprodução do mesmo, tivemos a oportunidade de  realizar uma pauta do olhar sobre como são vivenciadas na Te-Arte questões tão pertinentes sobre a educação na infância, com relação:
·  Autonomia da criança no brincar e com relação à rotina; 
· Onde e como a escola desenvolve um diálogo com a Cultura;
. Como é a participação das crianças nesse processo;  
· A ligação das crianças com a natureza; 
· Como são trabalhados os conflitos;
Em que momento da vida da criança aparece o letramento e  como é tratado;  
· Como são as relações com as famílias.
   

A partir desse olhar,  tivemos um momento rico e significativo de trocas, em que conseguimos realizar  importantes reflexões acerca do nosso próprio cotidiano, não somente enquanto professoras, mas, principalmente, como seres humanos e buscar dentro de cada uma de nós um potencial estruturante que nos permita  educar nossas crianças  de forma verdadeira, firme e sensível.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Formandas da Psicologia trabalham Inclusão com acadêmicas bolsistas da Pedagogia

O Pibid da Educação infantil, em todas as sextas-feiras, se reúne para realizar formações continuadas em diversas áreas. Uma das formações que tivemos este semestre foi sobre Inclusão.


Seis formandas da Psicologia da FACCAT, que atua em grupo de pesquisa e trabalha na área da Psicologia da Educação, preparou uma formação com práticas reflexivas que mobilizaram muito as colegas da Pedagogia, em relação ao tema Inclusão.


A noite foi de trocas significativas, pois nesta interação interdisciplinar, todas puderam aprender: tanto as formandas do Curso de Psicologia, analisando as falas das acadêmicas bolsistas, quanto as próprias acadêmicas pibidianas do Curso de Pedagogia, que puderam refletir sobre a importância da empatia e da afetividade para se gerar, de fato, inclusão na Educação Infantil.


A noite foi agradável, emocionante e muito divertida. Lembranças de momentos significativos da infância de cada participante desta formação pôde ser compartilhado e refletido coletivamente. 
Nada como se colocar no lugar das próprias crianças, que precisam se ambientar e serem acolhidas no ambiente escolar, para que se sintam bem neste espaço.


A formação foi organizada pela Supervisora Pibid Magda Saraiva, que, além de pensar esta formação, contribuiu para estabelecer o contato entre os Cursos.


A Coordenadora do Pibid da Educação infantil, professora Patrícia Kebach, pôde também contar com a professora do Curso de Psicologia, líder do grupo de formandas, Gabriela Martins, para a organização do evento.


A partir deste primeiro contato, novas formações futuras e trocas, tão produtivas quanto esta, estão sendo pensadas.  

Jogos de exercício de exploração sensorial

Dando continuação ao projeto de exploração sensorial, com crianças do berçário, as acadêmicas bolsistas trouxeram mais uma prática inovadora para a turma de bebês da EMEI Azaléia.

  

Segundo Piaget, no estádio sensório motor, que vai de 0 a 2 anos, a criança realiza jogos de exercício exploratório e é muito curiosa.


Com o objetivo de desenvolver e aprimorar seus sentidos, seu intelecto, coordenação ampla e fina, afetividade e suas percepções, as bolsistas trouxeram uma dinâmica com gelatinas.
Em dois recipientes, colocaram diversas formas e cores de gelatinas para que os alunos explorassem livremente.


Os bebês, instigados pelo cheirinho das gelatinas, prontamente vieram investigar o que havia naqueles recipientes.


Primeiramente, exploraram com as mãos. Eles achavam graça do modo como a gelatina se movia.
 Após, experimentaram oralmente, levando as gelatinas à boca. Como tiveram dificuldades em realizar esta ação com as mãos, as acadêmicas bolsistas providenciaram colheres para os pequenos.



Foi então que as crianças surpreenderam as acadêmicas com seus movimentos criativos: como havia dois recipientes, e um era de alumínio, os alunos, por iniciativa própria, começaram a sonorizar com as colheres neste recipiente. As acadêmicas ficaram maravilhadas com os jogos de exploração que as crianças realizaram durante a atividade, que, além de desenvolver tato, olfato, paladar e visão, também envolveram explorações sonoro musicais.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

O Terceiro dia da Criação: as plantas do planeta Terra

Numa roda de conversa com questionamentos sobre as aulas anteriores, as bolsistas pibidianas Silvana e Beatriz demonstraram uma linda figura ilustrada, contando a história do terceiro dia da criação.
  

 Iniciaram as atividades despertando o interesse dos alunos com variadas folhas naturais de árvores, para que eles comparassem as cores, os tamanhos, a textura e a espessura de cada folha.

Relembraram com os alunos a importância dos cuidados com a natureza, como preservar as árvores, não as derrubando.


 Em seguida, com alegria, as crianças passaram giz de cera sobre folhas de ofício com as folhas naturais embaixo.


Admiradas, as crianças comentavam: “Olha o que aconteceu, apareceu o desenho da folha!”


Aproveitando as folhas verdes e naturais, montaram uma linda árvore, com frutas de massa de modelar, feitas por eles próprios.


Na aula seguinte, as crianças ouviram a história “ O homem que amava as flores coloridas”, com a participação dos alunos e o auxílio de fantoches de flores, de algumas ferramentas de jardim e terra, foi montado um pequeno jardim.


Com o jardim florido, confeccionaram uma flor em dobradura e realizaram a técnica da flor na água.


Ao colocarem as flores na água, as crianças se admiravam e comentavam: “Que legal! A flor está abrindo!”


Finalizando as atividades, foi realizado um amigo secreto entre todos, com as plantinhas trazidas de casa por eles.


Os cuidados com a natureza devem ser aprendidos desde cedo. Nosso planeta precisa ser preservado e as crianças já estão tomando consciência, através de ações significativas, sobre isto.



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Quantos jogos legais!!!

E os jogos de regras continuam ativos no Pré da EMEI Alice Maciel.


As acadêmicas Evelin e Larissa trouxeram novos jogos para a turma, momento no qual foram exploradas as disputas saudáveis, além da cooperação e coleguismo para que tudo desse certo.


No pátio da Escola, realizaram um Pega-corrente, onde a união de todos era importante para que o objetivo de pegar os fugitivos desse certo.


Depois, divididos em grupos, realizaram pequenas disputas com bola, pois deveriam passá-la para o colega por cima da cabeça e por baixo das pernas. Esta disputa foi bem divertida e prazerosa!


Nas mesmas equipes, realizaram a corrida da bola, momento em que um amigo deixava a bola no balde, para que o próximo colega fosse buscá-la.
  

 Para finalizar, realizou-se uma atividade mais calma: a brincadeira do “dentro e fora”. Nela, os alunos se dispõem em roda e, diante deles, é desenhado um círculo. Quando a professora diz DENTRO, eles pulam no círculo, quando diz FORA, eles pulam de volta para fora do círculo.


Na sala, fizeram registros das atividades, através de desenhos, que foram reunidos e criou-se um livro.


Na semana seguinte, dando prosseguimento ao projeto, para trabalhar os jogos de regras e os jogos de competição na turma do Pré, as acadêmicas Evelin e Larissa realizaram uma divertida Olimpíada, em que, no final, a amizade foi a vencedora.


Para iniciar, os alunos conheceram algumas modalidades de jogos olímpicos. Após, foram em grande grupo procurar imagens em revistas que representassem as Olimpíadas realizadas no Brasil, para recortá-las e montar coletivamente um cartaz que foi exposto na sala de aula.


No pátio da escola, iniciou-se uma pequena Olimpíada.
 O primeiro jogo foi a Corrida do Manequim, através da qual eles deveriam fazer um percurso com um livro na cabeça. A equipe em que todos realizassem primeiro a tarefa ganhava um ponto.


Depois, foi realizado um jogo do ziguezague da bola. Os integrantes das equipes deveriam fazer uma corrida, desviando das garrafas que representavam obstáculos
.

A última atividade da Olimpíada foi a corrida do jornal, cujas equipes deveriam ir de um ponto a outro em cima de jornais, criando estratégias para chegar do outro lado, sem pisar no chão.



No final, todos foram premiados com medalhas e todos foram CAMPEÕES no quesito participação e alegria!


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Caixas sensoriais

Ao chegarem a EMEI Azaleia, as bolsistas acadêmicas Carine, Deise e Priscila foram recebidas carinhosamente pela turma do Berçário 2.



Elas propuseram a exploração de algumas caixas sensoriais que haviam produzido.


As pibidianas trouxeram três caixas para exploração livre dos alunos: uma forrada com papel contacte, outra contendo gel dentro de um ziploc e uma maior com esponja, plásticos, bolinhas de sagu fixas e massinha de modelar caseira.


Estas caixas foram produzidas pelas acadêmicas para que, se as crianças desejassem explorar oralmente, não houvesse problemas.


A dinâmica ocorreu tranquilamente. Os alunos, curiosos com as caixas, exploraram tudo minunciosamente, com as mãos, pés e boca.



Foi grande a alegria e euforia em suas explorações, em descobrir novas texturas formas e sabores diferentes. Trabalhou-se a coordenação motora ampla e fina, a exploração sensorial e a socialização, com esta atividade. Crianças do berçário estão no estágio sensório-motor, conforme Piaget, e uma das formas de incentivar seu desenvolvimento geral é através de atividades como esta, que envolvam livre explorações sonsoriais, para as crianças exercitarem diferentes condutas de forma lúdica.