sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O ar e a água...

A Pibidiana Franciele está proporcionando atividades significativas para os pequenos da turma do Maternal Ӏ da EMEI Azaléia com o projeto “Um mundo a descobrir: brincando com os quatro elementos da natureza”. Iniciou as atividades disponibilizando vários materiais como: plumas, penas, purpurinas, lantejoulas, etc. para a confecção de asas. Em seguida, as crianças foram convidadas para irem ao pátio da escola para explorarem e brincarem com as asas confeccionadas.  Depois, a pibidiana proporcionou várias bolhas de sabão gigantes para o divertimento dos pequenos. Com essas atividades, o que estava em jogo era o elemento ar e as crianças foram questionadas sobre isto.


“A satisfação da criança ao brincar é a de perceber-se como ser humano. Quem nunca brincou de bolha de sabão? A criança enquanto brinca dispensa o tempo do relógio. Nós, educadores, devemos refletir sobre o tempo das infâncias, que não é o tempo do relógio” (LAMEIRÃO, 2005).
Nós educadores precisamos ter esse olhar sensível sobre nossas crianças, perceber o tempo das crianças e que não é o mesmo que o nosso. Cada criança faz a sua construção de aprendizagens em determinado tempo.

 

Para encerrar as atividades, a turma foi convidada para ir ao pátio brincar e explorar balões livremente, visando a analisar como eles são leves e ficam suspensos no ar. Foi notório no olhar das crianças que eles estão adorando esse projeto.


No encontro seguinte com a turminha, a acadêmica bolsista Franciele iniciou as atividades questionando as crianças sobre o elemento água: onde a encontramos? Qual a diferença entre água quente e gelada? Qual a importância da água? E da chuva? As respostas foram inúmeras, como: É Papai do Céu que manda a água pra nós! – Ela vem do mar! – Ela vem das crianças que choram muito! Entre outras hipóteses muito criativas dos pequenos.
Em seguida, a acadêmica bolsista disponibilizou instrumentos e objetos que produzem os sons da água, como: paus de chuva, colares de sementes e concha. Os pequenos prestaram bastante atenção nos sons que os instrumentos produziram. Depois, puderem eles próprios explorar estes materiais. Foi um momento de encantamento...
“A criança precisa de novos espaços, novos objetos, imagens e sons para aprender novas formas e múltiplos olhares. Necessita, sobretudo, de abordagens lúdicas em que o brincar mistura-se com o apropriar, aprender e relacionar-se com o outro e com o entorno” (STRAPAZZON, PILLOTTO, 2015)

 

Também se disponibilizou aos pequenos uma bacia com água. Nela, as crianças batucaram sobre a água para experienciar a sensação do contato com a água e explorar os sons emitidos por ela. Foi uma festa para as crianças realizarem esta atividade! Para encerrar, as crianças foram divididas em dois grupos: uns foram as sementes, utilizando os balões para representá-las, e o outro grupo foi o vento, que foi representado com paus de fitas.  Interpretaram e dançaram a música “As sementes” de Beto Herrmann.

“Faz de conta que você é uma sementinha
Bem quietinha, deitadinha pelo chão
e agora uma nuvenzinha vai chegar e
chegando perto ela vai te molhar
De repente, vai ficando quente, muito quente
é o sol que chega e a nuvem diz, tchau!
E a sementinha vai crescendo sem parar
numa arvorezinha ela vai se transformar.
E agora enche a mãozinha de sementes
muita atenção pra brincadeira começar
Cante bem bonita a canção da sementinha
e no finalzinho jogue todas para o ar.
Fiz de conta que eu era
uma árvore da floresta
de repente, veio o vento
e soprou a semente que voou, vooo...”


Brincar com elementos da natureza é algo que contribui para o desenvolvimento geral das crianças. Portanto, este projeto serviu para ampliar as experiências das crianças com a natureza e para que construíssem muitos conhecimentos através da livre expressão em atividades divertidas e muito significativas.

Projeto “Há flores em tudo o que vejo”

Após realizarem um mapeamento para descobrir a zona de interesse das crianças, as acadêmicas bolsistas do programa PIBID Fabiane, Janaína e Tainá aplicaram o projeto “Há flores em tudo o que vejo”. O projeto foi aplicado com a turma do Jardim da EMEI Bem Me Quer, na cidade de Igrejinha. Iniciou no mês de junho com término na segunda semana setembro. Após observarem o grande interesse e curiosidade da turma pela natureza e em descobrir mais sobre seus elementos, surgiu a ideia de criar o projeto sobre flores, a partir da análise de algumas fotos que as crianças haviam fotografado após um passeio feito pelo bairro com o professor titular da sala.


Foi um projeto de grandes aprendizagens, pois as  pibidianas conseguiram, através deste, a participação ativa das crianças que interagiram com a natureza, realizando atividades em espaços naturais da escola. Isso pôde fortalecer aspectos como responsabilidade, cooperação, interação, socialização, aperfeiçoando a coordenação motora, pois, em alguns momentos, realizaram-se práticas de musicalização de diferentes formas.


Na primeira aula, as crianças assistiram a seu próprio vídeo feito no passeio pelo bairro. Nesse momento, as acadêmicas bolsistas questionaram as crianças sobre suas maiores curiosidades sobre aquilo que investigaram no bairro. Após, confeccionaram com a turma cartazes, nos quais havia registros de desenhos e frases feitas pelas crianças e que ficaram expostos na escola. No final do encontro foi apresentada para a turma a flor Bem Me Quer, pois, ela dá nome à escola, fazendo-se questionamentos às crianças se já conheciam a flor. Em seguida, realizou-se a saída para o espaço externo da escola para plantar a flor.


Na segunda aula, as acadêmicas levaram à sala uma flor branca, com a qual fizeram uma experiência expositiva, visando a conscientizar os pequenos sobre a importância com os cuidados que devemos ter com as flores. Na experiência, colocou-se a flor branca dentro de um vaso transparente, com alguns pingos de corante artificial. Ela ficou exposta na sala durante a semana para que as crianças pudessem observar as transformações na flor. Em outro momento, as pibidianas criaram com as crianças um calendário que ficou exposto na sala todos os dias durante a aplicação do projeto. A cada encontro eram sorteadas 5 (cinco) crianças que ficariam responsáveis por regar o jardim juntamente com o professor da turma.


Na terceira aula, as acadêmicas elaboraram um cartaz com as partes da flor para que, em pequenos grupos, as crianças tentassem montá-la, com o intuito de rever a importância de cada parte de uma flor. Depois, aprenderam a música “O cravo e a rosa”, que foi encenada em pequenos grupos pelas crianças posteriormente. Elas puderam também ilustrar esta canção e, no término da atividade, todos os desenhos foram expostos na escola. Ao final desse encontro, dirigiram-se ao pátio para plantar uma muda de rosa e uma muda de cravo, cujas acadêmicas bolsistas haviam levado para enfeitar ainda mais o jardim da escola.


Na quarta aula, as acadêmicas realizaram nova expedição investigativa para observar no bairro as flores, os campo e as árvores. É claro que, neste momento, as crianças já olharam o entorno com olhos diferentes! No retorno para a escola, criaram um desenho sobre o passeio e combinou-se de cada um trazer uma flor para plantar na semana seguinte no jardim da escola.
Na quinta aula, as pibidianas contaram a história “Íris, uma linda flor”, enfatizando sempre a importância e os cuidados que devemos ter com a natureza. A história foi contada através de palitoches, em uma caixa, com a participação das crianças. No final da aula todos foram plantar as mudinhas de flor que haviam trazido.


Na sexta aula, as acadêmicas contaram a história “Um girassol solitário” de Sandra Diniz Costa. Aguçando a curiosidade das crianças, disponibilizaram fantasias e objetos para a interpretação da mesma. Em outro momento, trouxeram também sementes de girassol e lupas para que as crianças pudessem observar a terra onde iriam plantar. Essa postura investigativa, portanto, permeou toda a realização do projeto. No final do encontro, dividiu-se a turma em três grupos, que responderam a  charadinhas envolvendo a temática proposta no projeto.


Na penúltima aula, as acadêmicas apresentaram um teatro da música “A linda rosa juvenil”, disponibilizando fantoches, palitoches, máscaras, um cenário e adereços par a interação das crianças. Depois, as crianças criaram livremente suas próprias histórias, contando-as para a turma, usando os materiais disponíveis. As crianças  também confeccionaram o personagem que mais gostaram na música, com vários matérias recicláveis e coloridos.



Na última aula, as acadêmicas, para encerrar o projeto na turma do Jardim, realizaram um passeio ao Campus da Faccat na “Escola Ambiente”, que dispõe de ambientes interativos, com jardim,  flores, plantas e um caminho sensorial. Um dos responsáveis pelo espaço, Professor Liceo Piovesan, dedicou-se em mostrar o espaço para as crianças, abrindo mais oportunidades para o conhecimento e  sanar curiosidades em relação aos detalhes dos cuidados com a natureza, botânica, plantio, etc. As crianças levaram caixas de leite recortadas pela metade e, lá na Faccat, o professor doou para cada criança e professores mudas de chás que foram plantadas nessas caixinhas e presenteadas a cada um. No final do encontro, a culminância se deu através de um piquenique no gramado do Campus! Quantos momentos felizes e de aprendizagem!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Oficina de musicalização no PIBID


No dia 20 de outubro, as pedagogas Angélica Souza e Patrícia Fusiger ministraram a oficina “A criança no mundo da música: dos 0 os 6 anos” para as acadêmicas da Pedagogia bolsistas do programa PIBID - Educação Infantil.



A música é, entre as formas de expressão humana, uma das mais completas, pois nela e através dela, é que o ser humano, independente de idade, cultura, coloca todas as suas emoções, sensações e percepções sobre si mesmo e sobre o mundo.

 

A música faz parte do universo do ser humano quando ele ainda está no útero materno, ou seja, o envolvimento da criança com o universo sonoro começa antes mesmo de seu nascimento. Na fase intrauterina, os bebês convivem com um ambiente repleto de sons provocados pelo corpo da mãe, como o sangue que flui nas veias, a respiração e outros.


A voz da mãe e demais sons vindos do ambiente externo acaba constituindo material sonoro para eles. Desta forma, a música e seus diferentes sons e ritmos farão parte do seu desenvolvimento.

 

Os bebês e as crianças interagem constantemente com o ambiente sonoro que as envolve. Sendo assim, seus processos de musicalização começam por meio do contato com toda a variedade de sons do cotidiano, incluindo a própria música.

 

A música no contexto da Educação Infantil é fundamental para o processo de construção do conhecimento musical das crianças, pois possibilita que elas possam experimentar, improvisar, inventar.

 

Faz-se necessário respeitar a forma pela qual a criança constrói este conhecimento e compreender como se dá este processo de maneira clara, para que se possa oferecer situações adequadas ao desenvolvimento infantil através de materiais, espaços, e intervenções que permitam que a criança vivencie a música de forma espontânea, ativa e de acordo com a faixa etária de seu desenvolvimento.

 


O PIBID FACCAT agradece imensamente às oficineiras por proporcionarem momentos lindos e cheios de aprendizagem para cada uma das acadêmicas que participaram desta bela formação!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Cores e formas: as descobertas sobre a própria identidade!



Dando continuidade no Projeto “Cores e formas, descobrindo a minha Identidade”, os Bebês desfrutaram de atividades prazerosas que instigaram e promoveram grandes descobertas.


Na realização da 3° prática, as acadêmicas bolsistas apresentaram para as crianças a música "Pulguinha" do Grupo Palavra Cantada, dramatizando-a de forma lúdica com luvas de lã nas mãos, fingindo ser a pulguinha. Assim, elas cantaram, juntamente com as crianças, a música que cita várias partes do corpo e foram incentivados as crianças a procurar a parte cantada.
Desse modo, realizaram a atividade sucessivamente com cada criança, deixando o grande grupo interagir com outras músicas e balões coloridos, enquanto elas brincavam individualmente com cada bebê.

 

Na realização da 4° Prática tiraram fotos individuais das crianças e, em uma folha de ofício, carimbaram os dedos dos pequenos com tinta. Com esta proposta, visaram à criação de um documento de identidade e também um bilhete para mandar para casa, pedindo para os pais relatarem e anotarem a história do nome de seus filhos (Como foi escolhido? Porque foi eleito?), e também o nome da mãe e do pai. Com esta proposta, criaram o documento de identidade.

 

Na 5° Prática recepcionaram as crianças em roda, realizando uma hora do conto com a história "Um tanto perdida" de Chris Haughton. Nessa história, a corujinha procura sua mamãe pela aparência e, no decorrer da história, aparecem diversos animais que diferem em sua aparência, até que a corujinha, finalmente, identifica sua mãe. Os alunos foram questionados sobre a sua aparência, lembrando-se de como são os seus pais, e se são parecidos com eles, e foram incentivados a perceber que todos somos diferentes. Cantaram a música da coruja, variando o parâmetro altura, procurando realizá-la uma vez de modo grave e outra vez de modo agudo, na tentativa de brincar com as crianças, ao mesmo tempo em que elas se musicalizavam:
"No meio da floresta morava uma coruja
E nas noites de lua ouvia o seu cantar
Tuiu, tuiu, tuiuiuitu
Tuiu, tuiu, tuiuiuitu"


E como culminância do Projeto “Cores e Formas, descobrindo a minha Identidade “, na 6° prática, assistiu-se um vídeo com os melhores momentos da realização do projeto.
As acadêmicas perceberam grande satisfação na realização do projeto, e isto ficou explícito na apresentação do vídeo, cujas crianças reconheciam-se apontando e falando o nome dos colegas, demonstrando grande evolução no que diz respeito à construção de sua identidade.

 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Acadêmicas bolsistas PIBID atuando em vários eventos!

 

As pibidianas estão sempre prontas para atuarem nos espaços da FACCAT e fora dela, prontificando-se para recepcionarem os colegas em eventos, apresentando trabalhos em Seminários, enfim, elas fazem parte integrante de várias atividades voltadas para a Educação.


Na Jornada Pedagógica da Matemática (JOPEMAT), comunicando relato de experiência, Silvana e Beatriz interagiram, contando o projeto sobre o campo de experiência voltado para a construção de diferentes dimensões, na Educação Infantil.



As acadêmicas Evelin, Janaína e Talita também realizaram práticas voltadas para os anos Iniciais e Finais no Colégio Hugo Zimmer de Rolante - RS, cuja temática, especialmente para os jovens, teve a ver com "Valorização da Vida". Este projeto nasceu das curiosidades dos próprios pré-adolescentes e adolescentes.  

 
  

Numa movimentação interdisciplinar, coordenada pelas professoras Raquel Karpinski e Patrícia Kebach (Coordenadora do PIBID  da Pedagogia - Educação Infantil), os Cursos de Pedagogia, Psicologia, Fisioterapia, Enfermagem e Administração ofereceram diversas formações para a garotada. Com os Anos iniciais, muitas brincadeiras e jogos foram realizados pelos alunos da Pedagogia. 


Nossas pibidianas também atuaram em vários eventos, recepcionando a todos os participantes:

 

 - No Seminário de Educação Infantil, realizado na FACCAT, que trouxe oficinas e palestras com profissionais da área;



- No lançamento do prêmio "Professor Inovador",  concurso que premiará os melhores projetos educacionais da região;


- No Conexão FACCAT, recepcionando aos alunos do Ensino Médio, a fim de apresentar o Curso de Pedagogia.


Ser PIBID é: estar ativamente participando dos espaços universitários, aprendendo mais e mais, interagindo com outros cursos e ampliando conhecimentos!

 

Oficinas de Dança com o CEMAE e de Fisioterapia com a Professora Cristiane Moro

Nossas pibidianas passaram por inúmeras formações este ano!


Uma delas foi ministrada pelas crianças do projeto social de Igrejinha - RS, CEMAE - Aprender (Centro Municipal de Atividades Educacionais). Ele funciona em turno inverso, oferecendo diversas oficinas. Coordenados pela professora Carla, apresentaram-se para as acadêmicas bolsistas e incentivaram a participação ativa de todas numa oficina de Dança, que teve como objetivo desenvolver a expressão corporal e a desinibição das pibidianas, além de demonstrar o que é realizado neste espaço com crianças de várias idades, e mesmo com adolescentes. 


 Outra oficina muito importante pela qual nossas acadêmicas bolsistas tiveram a oportunidade de passar foi sobre o"Desenvolvimento Infantil", do ponto de vista da Fisioterapia. 


 Esta formação foi ministrada pela professora da FACCAT, do Curso de Fisioterapia, Mestre Cristiane Moro, que demonstrou o quanto as estimulações precoces contribuem para o desenvolvimento infantil em todos os sentidos, especialmente, em relação ao desenvolvimento cognitivo. 


A professora salientou a importância de um trabalho em conjunto entre os profissionais da Saúde e da Educação, para qualificar as ações, no sentido de desenvolver as crianças em vários aspectos, além de cuidá-las. Incentivou pesquisas na área e se prontificou para dar suporte para as acadêmicas, neste sentido.


É um privilégio fazer parte deste programa, que proporciona tantos conhecimentos diversificados, unindo a teoria à prática cotidiana. Estes conhecimentos fazem parte da construção das acadêmicas, que se enriquecem amplamente e transpõem aquilo que aprendem para o planejamento e aplicação de práticas significativas no espaço escolar. 
 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O elemento ar...



As Pibidianas Franciele, Kelen e Nilza estão em pleno desenvolvimento com o  projeto “Um mundo a descobrir: brincando com os quatro elementos da natureza” na turma do Maternal Ӏ da EMEI Azaléia.



Iniciaram as atividades convidando os pequenos para irem ao pátio da escola. Lá elas disponibilizaram cata-ventos, confeccionados na aula anterior, para as crianças brincarem e manusearem livremente. Eles adoraram!!! Era nítido que as crianças estavam se divertindo na construção de aprendizagens.

 

As atividades que ocorrem no pátio da escola são repletas de aprendizagens. Elas não são apenas relativas à aprendizagem sobre meio ambiente, mas contemplam diversos campos de experiência e as crianças adoram estar ao ar livre.

 

Depois de brincarem com os cata-ventos, as acadêmicas bolsistas disponibilizaram vários instrumentos de sopro, como: flautas e diferentes apitos. Assim, os pequenos criaram paisagens sonoras de ventanias através dos instrumentos. Em seguida, os alunos voltaram para a sala.

 

Para finalizar as atividades do dia, as pibidianas realizaram uma contação de história intitulada: “De que cor é o vento?”, de Anne Herbauts. A história desperta uma série de sonoridades, que foram realizadas pelas acadêmicas e pelas crianças. Os pequenos adoraram e deram muitas gargalhadas!

 

No outro encontro, as pibidianas disponibilizaram caixas de papelão e tinta para as crianças pintarem. Depois, os pequenos foram convidados para irem ao pátio, onde exploraram as caixas e brincaram de avião. Em seguida, foram disponibilizados paus de fitas e plumas. 


Primeiramente os alunos os manusearam livremente, após foram instigados a detectar em qual sentido o vento estava assoprando. O pequenos mais que depressa responderam:      - Ele vem lá do centro da cidade! – Lá de muito longe!
 “Colocar as crianças na natureza significa apostar e valorizar os momentos em defesa da diversidade cultural. A criança precisa brincar na terra, correr atrás dos bichinhos, elas são pesquisadoras e os professores, devem acompanhá-las” (TIRIBA).


A escola precisa garantir bons encontros, especialmente aqueles de aproximação com a natureza, para proporcionar aprendizagens significativas na criação do ser pesquisado.