segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Quem não gosta de um bela contação de histórias?

 

No Pibid da Educação Infantil, toda a sextas-feira é dia de aprender algo novo!
 

Às vezes, esta formação é em forma de oficina, às vezes, de palestra, em outras, círculo de conversas ou refletindo sobre os projetos aplicados nas escolas parceiras, mas, certamente, sempre é um momento maravilhoso de se encontrar com o grupo e dividir conhecimentos!


Participar deste tempo de formação, portanto, amplia o conhecimento de nossas acadêmicas bolsistas, especialmente quando contamos com a presença de profissionais como Milene Moreira Marques, contadora de histórias com amplo conhecimento na área.


A Professora Milene atua em vários espaços, levando a Arte da Contação de histórias para diferentes faixas etárias.

 
 
Com uma performance rica de expressão cênica, procurando a entonação perfeita de voz para representar cada personagem e através de dinâmicas variadas, ela encanta a todos, com suas belas práticas!

 

Nossas pibidianas, é claro, têm a oportunidade de aprender muito e, certamente, desenvolver práticas de contação de histórias bem mais significativas nas escolas parceiras, com tantos belos e diversificados exemplos que a professora.

 

Gratidão, Professora Milene, por mais esta linda formação na nossa Instituição! Todas aprendemos muitíssimo em cada formação, cujas práticas sempre são diferentes e inovadoras! 

Todas as cores do arco íris



Com entusiasmo e dinamismo, as pibidianas Beatriz e Silvana, desenvolveram o projeto "As cores que falam" na EMEI Azaleia, com a turma do Maternal MIID.
Através de condutas lúdicas a expressão artística, os alunos descobriram que as cores do arco íris têm um grande significado, pois estão em tudo o que existe entre nós. 

 

As acadêmicas bolsistas iniciaram o projeto com um livro de história bem ilustrado (“Bom dia todas, as cores!”, de autoria de Ruth Rocha). 

 

Esta contação  despertou o interesse deles pela leitura e as atividades no decorrer do projeto.


Outra história contada foi a do “Camaleão” e, novamente, houve a abordagem de várias cores e a demonstração de figura das cores do arco íris.

 

As crianças receberam uma caixa com uma surpresa, contendo pedacinhos de E.V.A. colorido e picado para, juntos, formarem um lindo arco íris sobre uma cartolina. 


As acadêmicas explicaram que a cor vermelha significa amor e coragem; o laranja, prosperidade e comunicação; o amarelo, alegria e luz; o verde, esperança e paz; o azul, calma e harmonia; e o roxo é a cor da espiritualidade.


Na sequência das práticas, os alunos brincaram de tiro ao alvo com bolinhas coloridas, rolando-as no chão até acertar na entrada de caixas pintadas com as cores do arco íris (conforme a cor da bolinha, a criança teria que acertar a abertura da caixa com a mesma cor). 

 

Os alunos se surpreenderam com a técnica do cordão pintado! Usaram a criatividade para pintar um cordão de 30cm, todo colorido. Em seguida, deveriam colocar sobre um lado de uma folha de ofício, dobrá-la e puxar o cordão.
Descobriram várias formas e diferentes cores com as misturas de tintas. 


Com prendedores de roupas coloridos, brincaram da corrida do prendedor (o grupo que pegasse todos os prendedores, de acordo com as cores, e prendesse na roupa do colega de trás primeiro seria o vencedor).

 

Através de uma caminhada pela escola, todos identificaram as cores existentes ao seu redor. Depois, desenharam e pintaram o que viram,  usando giz de cera.
Mas, as crianças gostaram mesmo foi das cores do arco íris.

 

A quarta prática foi realizada com o jogo de caixinhas e tampinhas coloridas. Após conhecerem e manusearem os objetos, eles teriam que encaixar os mesmos de acordo com as cores e tamanhos, colocando um dentro do outro. Depois de tantas brincadeiras, os alunos deram puderam relaxar, assistindo o desenho "Procurando o Nemo", cujos personagens apresentam muitas cores!

 

Finalizando o projeto, os alunos aprenderam as cores primárias e secundárias, colocando tintas dentro de garrafinhas de água mineral com água e movimentando para ver as cores que se formavam. Em seguida, todos se divertiram e criaram a sua coreografia, dançando com a música "Aquarela", de Toquinho, movimentando tiras de papel crepom coloridas e formando um lindo arco íris.


E assim, um mundo de cores foi descoberto pelas crianças, que aprenderam muito com este lindo projeto!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O ar e a água...

A Pibidiana Franciele está proporcionando atividades significativas para os pequenos da turma do Maternal Ӏ da EMEI Azaléia com o projeto “Um mundo a descobrir: brincando com os quatro elementos da natureza”. Iniciou as atividades disponibilizando vários materiais como: plumas, penas, purpurinas, lantejoulas, etc. para a confecção de asas. Em seguida, as crianças foram convidadas para irem ao pátio da escola para explorarem e brincarem com as asas confeccionadas.  Depois, a pibidiana proporcionou várias bolhas de sabão gigantes para o divertimento dos pequenos. Com essas atividades, o que estava em jogo era o elemento ar e as crianças foram questionadas sobre isto.


“A satisfação da criança ao brincar é a de perceber-se como ser humano. Quem nunca brincou de bolha de sabão? A criança enquanto brinca dispensa o tempo do relógio. Nós, educadores, devemos refletir sobre o tempo das infâncias, que não é o tempo do relógio” (LAMEIRÃO, 2005).
Nós educadores precisamos ter esse olhar sensível sobre nossas crianças, perceber o tempo das crianças e que não é o mesmo que o nosso. Cada criança faz a sua construção de aprendizagens em determinado tempo.

 

Para encerrar as atividades, a turma foi convidada para ir ao pátio brincar e explorar balões livremente, visando a analisar como eles são leves e ficam suspensos no ar. Foi notório no olhar das crianças que eles estão adorando esse projeto.


No encontro seguinte com a turminha, a acadêmica bolsista Franciele iniciou as atividades questionando as crianças sobre o elemento água: onde a encontramos? Qual a diferença entre água quente e gelada? Qual a importância da água? E da chuva? As respostas foram inúmeras, como: É Papai do Céu que manda a água pra nós! – Ela vem do mar! – Ela vem das crianças que choram muito! Entre outras hipóteses muito criativas dos pequenos.
Em seguida, a acadêmica bolsista disponibilizou instrumentos e objetos que produzem os sons da água, como: paus de chuva, colares de sementes e concha. Os pequenos prestaram bastante atenção nos sons que os instrumentos produziram. Depois, puderem eles próprios explorar estes materiais. Foi um momento de encantamento...
“A criança precisa de novos espaços, novos objetos, imagens e sons para aprender novas formas e múltiplos olhares. Necessita, sobretudo, de abordagens lúdicas em que o brincar mistura-se com o apropriar, aprender e relacionar-se com o outro e com o entorno” (STRAPAZZON, PILLOTTO, 2015)

 

Também se disponibilizou aos pequenos uma bacia com água. Nela, as crianças batucaram sobre a água para experienciar a sensação do contato com a água e explorar os sons emitidos por ela. Foi uma festa para as crianças realizarem esta atividade! Para encerrar, as crianças foram divididas em dois grupos: uns foram as sementes, utilizando os balões para representá-las, e o outro grupo foi o vento, que foi representado com paus de fitas.  Interpretaram e dançaram a música “As sementes” de Beto Herrmann.

“Faz de conta que você é uma sementinha
Bem quietinha, deitadinha pelo chão
e agora uma nuvenzinha vai chegar e
chegando perto ela vai te molhar
De repente, vai ficando quente, muito quente
é o sol que chega e a nuvem diz, tchau!
E a sementinha vai crescendo sem parar
numa arvorezinha ela vai se transformar.
E agora enche a mãozinha de sementes
muita atenção pra brincadeira começar
Cante bem bonita a canção da sementinha
e no finalzinho jogue todas para o ar.
Fiz de conta que eu era
uma árvore da floresta
de repente, veio o vento
e soprou a semente que voou, vooo...”


Brincar com elementos da natureza é algo que contribui para o desenvolvimento geral das crianças. Portanto, este projeto serviu para ampliar as experiências das crianças com a natureza e para que construíssem muitos conhecimentos através da livre expressão em atividades divertidas e muito significativas.

Projeto “Há flores em tudo o que vejo”

Após realizarem um mapeamento para descobrir a zona de interesse das crianças, as acadêmicas bolsistas do programa PIBID Fabiane, Janaína e Tainá aplicaram o projeto “Há flores em tudo o que vejo”. O projeto foi aplicado com a turma do Jardim da EMEI Bem Me Quer, na cidade de Igrejinha. Iniciou no mês de junho com término na segunda semana setembro. Após observarem o grande interesse e curiosidade da turma pela natureza e em descobrir mais sobre seus elementos, surgiu a ideia de criar o projeto sobre flores, a partir da análise de algumas fotos que as crianças haviam fotografado após um passeio feito pelo bairro com o professor titular da sala.


Foi um projeto de grandes aprendizagens, pois as  pibidianas conseguiram, através deste, a participação ativa das crianças que interagiram com a natureza, realizando atividades em espaços naturais da escola. Isso pôde fortalecer aspectos como responsabilidade, cooperação, interação, socialização, aperfeiçoando a coordenação motora, pois, em alguns momentos, realizaram-se práticas de musicalização de diferentes formas.


Na primeira aula, as crianças assistiram a seu próprio vídeo feito no passeio pelo bairro. Nesse momento, as acadêmicas bolsistas questionaram as crianças sobre suas maiores curiosidades sobre aquilo que investigaram no bairro. Após, confeccionaram com a turma cartazes, nos quais havia registros de desenhos e frases feitas pelas crianças e que ficaram expostos na escola. No final do encontro foi apresentada para a turma a flor Bem Me Quer, pois, ela dá nome à escola, fazendo-se questionamentos às crianças se já conheciam a flor. Em seguida, realizou-se a saída para o espaço externo da escola para plantar a flor.


Na segunda aula, as acadêmicas levaram à sala uma flor branca, com a qual fizeram uma experiência expositiva, visando a conscientizar os pequenos sobre a importância com os cuidados que devemos ter com as flores. Na experiência, colocou-se a flor branca dentro de um vaso transparente, com alguns pingos de corante artificial. Ela ficou exposta na sala durante a semana para que as crianças pudessem observar as transformações na flor. Em outro momento, as pibidianas criaram com as crianças um calendário que ficou exposto na sala todos os dias durante a aplicação do projeto. A cada encontro eram sorteadas 5 (cinco) crianças que ficariam responsáveis por regar o jardim juntamente com o professor da turma.


Na terceira aula, as acadêmicas elaboraram um cartaz com as partes da flor para que, em pequenos grupos, as crianças tentassem montá-la, com o intuito de rever a importância de cada parte de uma flor. Depois, aprenderam a música “O cravo e a rosa”, que foi encenada em pequenos grupos pelas crianças posteriormente. Elas puderam também ilustrar esta canção e, no término da atividade, todos os desenhos foram expostos na escola. Ao final desse encontro, dirigiram-se ao pátio para plantar uma muda de rosa e uma muda de cravo, cujas acadêmicas bolsistas haviam levado para enfeitar ainda mais o jardim da escola.


Na quarta aula, as acadêmicas realizaram nova expedição investigativa para observar no bairro as flores, os campo e as árvores. É claro que, neste momento, as crianças já olharam o entorno com olhos diferentes! No retorno para a escola, criaram um desenho sobre o passeio e combinou-se de cada um trazer uma flor para plantar na semana seguinte no jardim da escola.
Na quinta aula, as pibidianas contaram a história “Íris, uma linda flor”, enfatizando sempre a importância e os cuidados que devemos ter com a natureza. A história foi contada através de palitoches, em uma caixa, com a participação das crianças. No final da aula todos foram plantar as mudinhas de flor que haviam trazido.


Na sexta aula, as acadêmicas contaram a história “Um girassol solitário” de Sandra Diniz Costa. Aguçando a curiosidade das crianças, disponibilizaram fantasias e objetos para a interpretação da mesma. Em outro momento, trouxeram também sementes de girassol e lupas para que as crianças pudessem observar a terra onde iriam plantar. Essa postura investigativa, portanto, permeou toda a realização do projeto. No final do encontro, dividiu-se a turma em três grupos, que responderam a  charadinhas envolvendo a temática proposta no projeto.


Na penúltima aula, as acadêmicas apresentaram um teatro da música “A linda rosa juvenil”, disponibilizando fantoches, palitoches, máscaras, um cenário e adereços par a interação das crianças. Depois, as crianças criaram livremente suas próprias histórias, contando-as para a turma, usando os materiais disponíveis. As crianças  também confeccionaram o personagem que mais gostaram na música, com vários matérias recicláveis e coloridos.



Na última aula, as acadêmicas, para encerrar o projeto na turma do Jardim, realizaram um passeio ao Campus da Faccat na “Escola Ambiente”, que dispõe de ambientes interativos, com jardim,  flores, plantas e um caminho sensorial. Um dos responsáveis pelo espaço, Professor Liceo Piovesan, dedicou-se em mostrar o espaço para as crianças, abrindo mais oportunidades para o conhecimento e  sanar curiosidades em relação aos detalhes dos cuidados com a natureza, botânica, plantio, etc. As crianças levaram caixas de leite recortadas pela metade e, lá na Faccat, o professor doou para cada criança e professores mudas de chás que foram plantadas nessas caixinhas e presenteadas a cada um. No final do encontro, a culminância se deu através de um piquenique no gramado do Campus! Quantos momentos felizes e de aprendizagem!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Oficina de musicalização no PIBID


No dia 20 de outubro, as pedagogas Angélica Souza e Patrícia Fusiger ministraram a oficina “A criança no mundo da música: dos 0 os 6 anos” para as acadêmicas da Pedagogia bolsistas do programa PIBID - Educação Infantil.



A música é, entre as formas de expressão humana, uma das mais completas, pois nela e através dela, é que o ser humano, independente de idade, cultura, coloca todas as suas emoções, sensações e percepções sobre si mesmo e sobre o mundo.

 

A música faz parte do universo do ser humano quando ele ainda está no útero materno, ou seja, o envolvimento da criança com o universo sonoro começa antes mesmo de seu nascimento. Na fase intrauterina, os bebês convivem com um ambiente repleto de sons provocados pelo corpo da mãe, como o sangue que flui nas veias, a respiração e outros.


A voz da mãe e demais sons vindos do ambiente externo acaba constituindo material sonoro para eles. Desta forma, a música e seus diferentes sons e ritmos farão parte do seu desenvolvimento.

 

Os bebês e as crianças interagem constantemente com o ambiente sonoro que as envolve. Sendo assim, seus processos de musicalização começam por meio do contato com toda a variedade de sons do cotidiano, incluindo a própria música.

 

A música no contexto da Educação Infantil é fundamental para o processo de construção do conhecimento musical das crianças, pois possibilita que elas possam experimentar, improvisar, inventar.

 

Faz-se necessário respeitar a forma pela qual a criança constrói este conhecimento e compreender como se dá este processo de maneira clara, para que se possa oferecer situações adequadas ao desenvolvimento infantil através de materiais, espaços, e intervenções que permitam que a criança vivencie a música de forma espontânea, ativa e de acordo com a faixa etária de seu desenvolvimento.

 


O PIBID FACCAT agradece imensamente às oficineiras por proporcionarem momentos lindos e cheios de aprendizagem para cada uma das acadêmicas que participaram desta bela formação!